O PRR trouxe aos Açores uma oportunidade extraordinária. Mas há uma pergunta que ninguém pode ignorar:
O que acontece quando o PRR acabar?
A Iniciativa Liberal alertou hoje no Parlamento para os riscos de transformar receitas temporárias em despesa permanente. Os fundos europeus não podem servir para criar dependências eternas nem para adiar as reformas de que a Região precisa.
O verdadeiro desenvolvimento não se mede pelo volume de subsídios distribuídos.
Mede-se pela riqueza criada.
Pela produtividade.
Pelo investimento privado.
Pela capacidade de os açorianos construírem o seu futuro com autonomia e liberdade.
Os subsídios podem ajudar em momentos difíceis, mas não substituem o crescimento económico.
O verdadeiro legado do PRR deveria ser uma economia mais forte e resiliente, não uma Região ainda mais dependente de transferências externas.
Porque uma Região verdadeiramente resiliente não vive de apoios. Vive da riqueza que é capaz de criar.
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