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19 de junho de 2008

Não precisa andar muito.


Mónaco-Setembro de 2004
O Ministro Teixeira dos Santos disse ontem à SIC Notícias que o Governo vai fiscalizar a atribuição de cartões e o uso de combustíveis em regime fiscal especial em Iates de luxo.
A gente dá uma dica, pode começar pela fila da frente da bancada do PS na Assembleia da República.

21 de novembro de 2007

Acham isso normal?

Uma empresa de artes gráficas faz um investimento em maquinaria para fazer um jornal. Fá-lo, acreditando em dois advogados (primeiro erro) um ligado ao Governo e Deputado nacional e o outro industrial e figura conhecida pela falência de uma instituição de crédito e ainda num Jornalista que se pensava com capacidades de gestão (mais um erro). Começa então o mau cheiro. O primeiro, foi advogado e mentor das vítimas do segundo no dito processo de falência, depois, anos mais tarde, tornam-se sócios e constituem uma Sociedade Anónima com testas de ferro para que os seus nomes não apareçam nos papeis. Contudo, mesmo assim, dão a “carinha” junto dos credores para a coisa ir andando já que o tal jornalista não servia para avalizar coisinha nenhuma.
Ao fim de 1 ano, o tal jornal fecha as portas manda os “putos” então contratados para o desemprego e deixa um calote de muitos milhares ( cerca de 750mil) de euros à tal gráfica. Mais um ano passado e a tál gráfica compra uma outra empresa que tem um outro jornal e pôe lá o tal director sem préstimo para a gestão.
Aqui começam as interrogações sem resposta:
Como é que uma empresa gráfica deixa chegar uma dívida a um montante destes?
Com que interesses?
Com que garantias?
Qual é o volume de trabalho institucional que essa empresa faz?
Coisas que se vão passando aqui mesmo ao nosso lado e das quais mingúem dá conta porque não quer.
Talvez um dia haja outra coragem quer no Ministério Público quer na Polícia Judiciária para investigar o que se passa nos Açores.
Ou será que, tal como aconteceu na Madeira, é preciso vir alguém com maior peso na procuradoria?
E alguém manda nessa "choldra" chamada investigação?

No Julgamento de Débora Raposo

Na sessão de ontem, três antigos arguidos no primeiro processo recusaram prestar depoimento, tendo, apenas, Duarte Borges prestado explicações ao Tribunal. O antigo bancário adiantou que os vários empréstimos solicitados por Débora Raposo ascenderam a "145 mil contos" (720 mil euros), mas que a arguida "nunca pagou um centavo" deste montante. Duarte Borges disse, ainda, que concedeu os empréstimos a Débora Raposo porque a arguida se "rodeava de pessoas que credibilizavam o retorno do dinheiro"
Julgava ele e julgaram todos os que acreditaram no projecto do "Jornal dos Açores"

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