Defende Nuno Barata (IL)
Defende Nuno Barata (IL)
Este XIII Governo Regional dos Açores, na realidade, revelou-se incapaz de reformar no que era necessário e incapaz de inovar no que era preciso, tendo os olhos postos em políticas dos anos 90 do século XX e sem que o principal partido da coligação de governo tenha, sequer, feito o luto da sua derrota de 1996.
Pode a escola Profissional do Nordeste bem como todas as escolas profissionais dos Açores contar com o nosso esforço, apoio e criatividade no sentido de reformar o sistema do ensino profissional nos Açores em estreita colaboração com as escolas e com os profissionais da área da qualificação.
Hoje, há 20 anos, nasceu este
blogue que está oneline desde esse dia 25 de junho de 2003. Foi a notícia do fim
do Coluna Infame que me impeliu a descobrir esta ferramenta que ainda estava
longe de ser o que são hoje as redes sociais, mas que transformou a comunicação
contemporânea.
Este espaço teve dias melhores e
outros piores, mas foi, entre outros, que aqui nasceram alguns dos temas mais
acutilantes da política Regional pelo menos entre 2003 e 2010, depois do advento
e consolidação do Facebook, do Twitter , do Linkdin e de outras redes menos frequentadas,
os blogues foram perdendo a sua importância mas permanecem atualizados enquanto
teimosos existirem.
Este blogue será mantido enquanto
eu vida e paciência tiver e serve de repositório e motor de busca, é uma ferramenta
extraordinária para o meu dia-a-dia.
Haja saúde
Quem
cresceu durante a Guerra Fria, quem assistiu ao advento da televisão nos Açores
e quem gosta de política seja ela doméstica ou internacional, não deixou passar
despercebido o nome do grande estratego e diplomata norte americano que neste
sábado dia 27 de maio completa 100 anos de idade. 100 anos de vidas, como
escreveu há dias Paulo Portas. O plural é delicioso e “principescamente” utilizado pois na verdade
Kissinger viveu muitas vidas nestes seus 100 anos e dele dependeram outras
tantas vidas políticas e milhões de vidas humanas.
De
Tucídides e da Guerra do Peloponeso aos nossos dias, passando por Maquiavel,
Hobbes, Morgenthau, Clausewitz, Spykman e até Aron, todos teorizaram sobre a
necessidade dos estados se defenderem dos outros estados numa permanente
competição pelo poder. Henry Kissinger, o expoente máximo desse realismo
político e cético, foi nos nossos dias aquele que melhor soube interpretar a
necessidade dos povos e dos estados se defenderem uns dos outros num jogo permanente
de “enredos” diplomáticos e bélicos. Na verdade, os valores morais do ambiente
interno, mais deontológico, não condicionam as tomadas de posição no ambiente
externo onde a moral é apenas teleológica e onde esse telos é apenas o
interesse dos estados e das nações.
Nas
relações internacionais, e sem que as nações se tenham conseguido organizar
apesar das tentativas da Sociedade das Nações e da Organização das Nações
Unidas e outras tantas organizações internacionais que servem bem o intento de
criar lugares para políticos em tempo de reforma, prevalece uma desordem
mundial, ou seja um ambiente de plena anarquia, e nesse campo não há lugar a ideologias nem a
utopias, é a chamada “realpolitik” que conta e, por isso, os estados têm que se
proteger e agir de forma a garantirem a sua segurança, identidade e cultura ou
então serão ultrapassados por queles que o façam de forma veemente, clara e com
recurso à força se for caso disso.
Aos cem anos de idade, a realpolitik do
pós-guerra e de Kissinger, volta a estar na ordem do dia. De Tucídides aos nossos
dias, da Guerra do Peloponeso à tomada de Bakhmut.
O endividamento zero incomoda quem só sabe governar fazendo dívida.
Quando, em sede de revisão constitucional, Portugal discute se deve incluir no texto da Lei Fundamental um limite ao endividamento do País, nos Açores o endividamento zero já consta do Orçamento Regional para 2023.
Em 31 de Dezembro de 2007 escrevi neste blog:
O fiasco do ano .
IL é contra regulação de preços
Pacta sunt servanda, os tratados são para
cumprir diz a expressão latina. Se a outra parte não cumpre o acordo só há uma
via, denunciar unilateralmente esse
mesmo acordo por incumprimento.
Em dez pontos frugais, o PSD cumpriu um e meio. É
pouco, convenhamos, é muito pouco. Ainda assim, fizemos e continuamos a fazer a
diferença na vida dos açorianos.
Estamos perante uma droga e como tal o consumo de cannabis e demis canabinoides encerra perigos, mas o mercado existe e está completamente desregulado e o consumo sem controlo.
A sua legalização vai permitir regulação e campanhas de sensibilização para os perigos dos consumos excecivos.
A IL/Açores defende a liberalização e legalização do consumo das chamadas “drogas leves”, no sentido de evitar que os consumidores (especialmente os jovens açorianos) recorram a drogas sintéticas, “extraordinariamente destruidoras de vidas e comunidades”
O Insurgente, o melhor e mais liberal blog escrito em Portugal e arredores está hoje de parabéns, atingiu a maioridade. A todos os insurgentes muitos parabéns em especial aos que partilham comigo o “governo” da Iniciativa Liberal, André Abrantes Amaral, Bernardo Blanco, Mário Amorim Lopes, Miguel Noronho (Il comandante), mas ainda aos que partilham comigo algumas angústias há alguns anos, André Azevedo Alves, Carlos Guimarães Pinto, Jorge Costa, Jorge Ferreira e Ricardo Arroja.
No plenário da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores deste mês de fevereiro, a partir do próximo dia 15, o IL vai suscitar uma sessão de perguntas ao Governo Regional sobre o desenvolvimento socioeconómico da ilha Terceira. Um Deputado Liberal faz toda a diferença! Haja quem goste e haja sempre quem continue a negar.