“Eu sou do tamanho do que vejo...e não do tamanho da minha altura”
Fernando Pessoa
30 de abril de 2004
28 de abril de 2004
É o dia certo, sem dúvida...
PSP, GNR e SEF vão fazer greve no segundo dia do Euro 2004.
Não estamos perante um caso de utilização do direito à greve mas de terrorismo sindical.
Não estamos perante um caso de utilização do direito à greve mas de terrorismo sindical.
27 de abril de 2004
E vão mais 4...
Estou no PREC...
Estou no PREC.- Período de Reflexão Especial de Corridas. Por isso, não tenho nada para postar, estou vazio, falta-me aquele clik. Falta-me aquela vontade de dissertar sobre as coisas que vão acontecendo neste País.
Uma ex-milícia de uma organização terrorista, cujo processo judicial prescreveu mesmo depois de terem existido arrependidos é condecorada pelo mais alto magistrado da Nação; Um Ministro que confunde funções de Estado com funções partidárias e convicções pessoais; Um líder da oposição que está há anos a mastigar as mesmas favas que lhe deram numa visita ao largo do Poço Velho; Um trotskista que fala com tal arrogância que parece só ele ter razão; Uma Apoloni verde que de tanta vermelhidão no discurso mais parece a bandeira da Nação; Um Bernardino sem Rouxinol; Um poeta parlamentar sem “R”. Não! Não me apetece dissertar sobres este país. Sobre esta Região já perdi a esperança há muito.
Sim! Ainda acredito na Humanidade, na de Voltaire, na de Thomas More, na de Erasmo e de tantos outros que inventaram já tudo o que de bom a Humanidade pode ser.
Só nós, Homens do sec XXI, ainda não entendemos como isso é fácil. Como o louco de Erasmo poderia de braço dado com o Cândido de Voltaire passear por essa imensa Utopia.
Uma ex-milícia de uma organização terrorista, cujo processo judicial prescreveu mesmo depois de terem existido arrependidos é condecorada pelo mais alto magistrado da Nação; Um Ministro que confunde funções de Estado com funções partidárias e convicções pessoais; Um líder da oposição que está há anos a mastigar as mesmas favas que lhe deram numa visita ao largo do Poço Velho; Um trotskista que fala com tal arrogância que parece só ele ter razão; Uma Apoloni verde que de tanta vermelhidão no discurso mais parece a bandeira da Nação; Um Bernardino sem Rouxinol; Um poeta parlamentar sem “R”. Não! Não me apetece dissertar sobres este país. Sobre esta Região já perdi a esperança há muito.
Sim! Ainda acredito na Humanidade, na de Voltaire, na de Thomas More, na de Erasmo e de tantos outros que inventaram já tudo o que de bom a Humanidade pode ser.
Só nós, Homens do sec XXI, ainda não entendemos como isso é fácil. Como o louco de Erasmo poderia de braço dado com o Cândido de Voltaire passear por essa imensa Utopia.
25 de abril de 2004
Hoje há 30 anos
Hoje! Dos peitos desfeitos
pelas torturas da pide,
Da pátria amordaçada pelo lápis azul,
Nasceu o clamor da Liberdade.
Floriu Abril
pelas torturas da pide,
Da pátria amordaçada pelo lápis azul,
Nasceu o clamor da Liberdade.
Floriu Abril
24 de abril de 2004
valeu a pena..
e vale a pena ler este post do "puto Mendes". Uma prespectiva de Abril vista por quem o viveu ainda no berço.
23 de abril de 2004
Blogue sem post...
Não, não posto. Não posto e pronto. Tenho muita coisa para escrever mas não me apetece.
Escrever é a coisa que me dá mais prazer logo a seguir a ler e depois de conversar.
Mas hoje não vou escrever e pronto.
Afinal vou. Mas só um bocadinho, prometi ao pessoal da :ILHAS que fazia um texto para o nº 14 da revista. Fiquei tão honrado com o convite que mesmo sem grande disponibilidade de tempo, vou escrever um texto ainda que pequeno. Contudo, antes tenho que acabar a Nova Relação de Bordo do Cristóvão de Aguiar, estou tão embalado que dificilmente conseguirei travar para jantar e para voltar aqui. Por isso, até à vista minha boa gente.
Escrever é a coisa que me dá mais prazer logo a seguir a ler e depois de conversar.
Mas hoje não vou escrever e pronto.
Afinal vou. Mas só um bocadinho, prometi ao pessoal da :ILHAS que fazia um texto para o nº 14 da revista. Fiquei tão honrado com o convite que mesmo sem grande disponibilidade de tempo, vou escrever um texto ainda que pequeno. Contudo, antes tenho que acabar a Nova Relação de Bordo do Cristóvão de Aguiar, estou tão embalado que dificilmente conseguirei travar para jantar e para voltar aqui. Por isso, até à vista minha boa gente.
22 de abril de 2004
Parabéns RABO DE PEIXE
Deixaste de ser a Freguesia com mais problemas sociais da Região.
Passaste a ser a Vila com mais problemas sociais da Região.
Continuamos na senda Romana, Panem et circenses
Passaste a ser a Vila com mais problemas sociais da Região.
Continuamos na senda Romana, Panem et circenses
Em vésperas da Revolução
Em pleno Abril de 1975, havia ainda quem tentasse reconquistar Portugal. Como se isso fosse possível.
, este panfleto certamente o Barnabé não tem. Pertencia a uma organização auto denominada Ordem Nova que afirmava ir “resgatar Portugal”, encontrei-o, no meio das minhas velharias, este e outros exemplares, conjuntamente com um exemplar da revista Resistência, que era dirigida nos anos 80 por Paulo Teixeira Pinto, e que era um veiculo de divulgação de propaganda de extrema direita. Felizmente toda esta gente cresceu e hoje está, os que estão na politica, no CDS/PP, no PSD e até no PS. São verdadeiros democratas.
21 de abril de 2004
E vão mais dois
Pois é, vão mais dois para a lista aqui ao lado. Mais dois Blogues Açorianos, O Submundo do Poder e o Diário de César , daqui até Outubro, suspeito que vão aparecer muitos mais e que depois irão desaparecer. Mais vale que sejam breves do que não cheguem a existir. Contudo, Eu preferia que viessem para ficar.
20 de abril de 2004
30 anos de Revolução
Que não subsistam dúvidas. Eu acho que o 25 de Abril foi uma Revolução. Esta polémica é daquelas que não me apetece alimentar. Eu se fosse “manda chuva” do PSD ou do PP nunca aceitaria e nunca compraria uma Guerra com o País e com a Esquerda poruma questão tão evidente. Em fim se calhar é por isso que não sou “manda chuva”.
Além de Revolução, o 25 de Abril foi uma revolução impar que decorreu em moldes de meter inveja ao resto da Europa e do Mundo!
E se não houvesse 25 de Novembro havia democracia em Portugal?
Além de Revolução, o 25 de Abril foi uma revolução impar que decorreu em moldes de meter inveja ao resto da Europa e do Mundo!
E se não houvesse 25 de Novembro havia democracia em Portugal?
19 de abril de 2004
Africa minha
Podia ser em África, na berma de uma qualquer estrada entre o centro e um suburbio de Luanda, ou no Maputo.
Mas não é. É na Ilha de Santa Maria, lugar de Malbusca em pleno século XXI, com a responsabilidade de uma Câmara Municipal que há vinte anos é dirigida por maiorias do Partido Socialista.
18 de abril de 2004
O Parlamento Açoriano do Futuro III
Tentei nos últimos três dias fazer uma reflexão séria sobre o funcionamento do nosso Parlamento. Este é o último de uma trilogia de "posts" sobre o assunto.
Em ano de eleições para a Assembleia Legislativa Regional dos Açores, que alguns tentam confundir com a eleição do Presidente do Governo Regional dos Açores, nada mais natural do que discutir e reflectir sobre a sua necessidade de existir, a sua eficácia, a sua renovação e a sua divulgação e relação com o Povo anónimo que a elege.
Em relação à sua necessidade de existir, já ouvi, em surdina, muita gente dizer que ela é absolutamente desnecessária e que tem um custo muito elevado para o trabalho produzido. Contudo, em público, ninguém tem a coragem de vociferar ou sequer dizer tal enormidade. Eu acho que o custo que possa ter qualquer parlamento é sempre irrisório se comparado com a falta de democraticidade e representatividade que a sua inexistência provocaria na sociedade Açoriana. Já defendi até, em “post” aqui há uns meses, o aumento do número de deputados, o que nem é uma posição muito eleitoralista mas que é a minha convicção para o melhor funcionamento e para uma maior equidade na representatividade das Ilhas.
A forma como os deputados, o seu trabalho e os resultados deste memo trabalho são dados a conhecer ao público, são o grande calcanhar de Aquiles e o problema mais premente de resolver a curto prazo sob pena de se ver crescente o presente clima de indiferença em relação à labuta dos, legítimos e democraticamente eleitos, representantes directos do Povo na ALRA.
Confesso que fiquei à espera de mais reacções e comentários, sugestões e soluções.
Mas não.
A “Blogosfera” tem dessas coisa, quando se tratam assuntos superficiais somos atacados porque somos superficiais, quando aprofundamos ninguém se interessa por eles.
Resta-me continuar e insistir. Contudo, tenho pena que dos últimos quatro “post” que fiz, só a pequena critica que fiz aos políticos que se demitem das suas responsabilidades públicas para atacarem quem as assume, utilizando para tal o exemplo do António José Almeida, tenha tido tão grande adesão e tenha desencadeado tão grande onda de comentários e solidariedades politicas.
Resta-me ter esperança que nos Açores se passe, de facto a discutir o importante deixando o acessório para a galhofa.
"demoracy is the worst form of government except for all those other forms thath have been tried from time to time"
Em ano de eleições para a Assembleia Legislativa Regional dos Açores, que alguns tentam confundir com a eleição do Presidente do Governo Regional dos Açores, nada mais natural do que discutir e reflectir sobre a sua necessidade de existir, a sua eficácia, a sua renovação e a sua divulgação e relação com o Povo anónimo que a elege.
Em relação à sua necessidade de existir, já ouvi, em surdina, muita gente dizer que ela é absolutamente desnecessária e que tem um custo muito elevado para o trabalho produzido. Contudo, em público, ninguém tem a coragem de vociferar ou sequer dizer tal enormidade. Eu acho que o custo que possa ter qualquer parlamento é sempre irrisório se comparado com a falta de democraticidade e representatividade que a sua inexistência provocaria na sociedade Açoriana. Já defendi até, em “post” aqui há uns meses, o aumento do número de deputados, o que nem é uma posição muito eleitoralista mas que é a minha convicção para o melhor funcionamento e para uma maior equidade na representatividade das Ilhas.
A forma como os deputados, o seu trabalho e os resultados deste memo trabalho são dados a conhecer ao público, são o grande calcanhar de Aquiles e o problema mais premente de resolver a curto prazo sob pena de se ver crescente o presente clima de indiferença em relação à labuta dos, legítimos e democraticamente eleitos, representantes directos do Povo na ALRA.
Confesso que fiquei à espera de mais reacções e comentários, sugestões e soluções.
Mas não.
A “Blogosfera” tem dessas coisa, quando se tratam assuntos superficiais somos atacados porque somos superficiais, quando aprofundamos ninguém se interessa por eles.
Resta-me continuar e insistir. Contudo, tenho pena que dos últimos quatro “post” que fiz, só a pequena critica que fiz aos políticos que se demitem das suas responsabilidades públicas para atacarem quem as assume, utilizando para tal o exemplo do António José Almeida, tenha tido tão grande adesão e tenha desencadeado tão grande onda de comentários e solidariedades politicas.
Resta-me ter esperança que nos Açores se passe, de facto a discutir o importante deixando o acessório para a galhofa.
"demoracy is the worst form of government except for all those other forms thath have been tried from time to time"
17 de abril de 2004
16 de abril de 2004
O Parlamento Açoriano do Futuro II
No seguimento do anteriormente escrito, esvaziada de grandes poderes legislativos, a Assembleia Legislativa Regional dos Açores - ALRA, deveria voltar a chamar-se Assembleia Regional dos Açores – ARA e ser-lhe aumentado o seu poder fiscalizador e a sua componente de debate de assuntos de interesse relevante, especifico ou não, para a Região.
Em suma, não me parece disparate, aumentar o chamado PAODE- Período de Antes da Ordem do Dia e que actualmente é reservado ao tratamento de “questões de interesse relevante para a Região”, assumindo ser esta uma das principais funções do Parlamento. O que quase sempre foi feito, principalmente na última revisão do Regimento da ALRA, foi diminuir os tempos previstos para o PAODE e para os pedidos de esclarecimento inerentes às intervenções das diversas bancadas, para que este período não seja muito maior do que o da ordem do dia. Muitas vezes a ordem do dia apenas contém uma ou outra proposta de resolução mais ou menos importante e um ou outro diploma de adaptação de legislação da república.
Quem assiste, de fora, ao debate e às notícias sobre ele fica com a sensação que os deputados estiveram três ou quatro dias na Cidade da Horta reunidos para aprovar um pequeno diploma. Quando, na realidade, no PAODE são debatidas questões de grande importância para as comunidades representadas pelos seus Deputados e quando mais não se debate por manifesta falta de tempo regimental. Há que assumir definitivamente que sendo o poder legislativo o m ais importante dos poderes do parlamento, nada o diminui se for acrescentado tempo aos debates sobre questões gerais.
Em suma, não me parece disparate, aumentar o chamado PAODE- Período de Antes da Ordem do Dia e que actualmente é reservado ao tratamento de “questões de interesse relevante para a Região”, assumindo ser esta uma das principais funções do Parlamento. O que quase sempre foi feito, principalmente na última revisão do Regimento da ALRA, foi diminuir os tempos previstos para o PAODE e para os pedidos de esclarecimento inerentes às intervenções das diversas bancadas, para que este período não seja muito maior do que o da ordem do dia. Muitas vezes a ordem do dia apenas contém uma ou outra proposta de resolução mais ou menos importante e um ou outro diploma de adaptação de legislação da república.
Quem assiste, de fora, ao debate e às notícias sobre ele fica com a sensação que os deputados estiveram três ou quatro dias na Cidade da Horta reunidos para aprovar um pequeno diploma. Quando, na realidade, no PAODE são debatidas questões de grande importância para as comunidades representadas pelos seus Deputados e quando mais não se debate por manifesta falta de tempo regimental. Há que assumir definitivamente que sendo o poder legislativo o m ais importante dos poderes do parlamento, nada o diminui se for acrescentado tempo aos debates sobre questões gerais.
15 de abril de 2004
O Parlamento Açoriano do Futuro I
Os Parlamentos são o bombo da festa. Quando algum Governante está em minoria diz que não faz por causa do Parlamento, quando está em maioria, não respeita as suas decisões ou directrizes.
O Povo, anónimo e intemporal, muitas vezes sem entender bem o que fazem os deputados, muitas vezes sem entender que eles são os seus directos representantes, também desanca na Instituição e nos seus actores.
Eu diria que o Parlamentarismo está em decadência e os Parlamentares, sendo a classe politica mais mal paga e com menos poder, é a que mais sofre das bocas, muitas vezes manipuladas, da opinião pública.
O Parlamento Açoriano não foge à regra e não se têm feito alterações significativas ao seu funcionamento de forma a transforma-lo numa instituição mais eficiente e virada para o futuro.
Não podemos duvidar da necessidade da sua existência. Contudo há que modernizar. Sim Eu sei que se têm feito umas coisas, no meu tempo Eu era o único que usava um computador, isso foi só na última legislatura 1996/2000, não foi na idade da pedra. Mas não falo em modernizar em termos de novas tecnologias ou da divulgação do trabalho parlamentar.
Acho que existe uma necessidade abrupta de modernizar métodos de trabalho e fazer outro tipo de debate parlamentar, sem coisas absurdas como usar a defesa da honra por dizer uma qualquer baboseira porque já acabou o tempo para intervir, ou usar uma declaração de voto para rebater a última laracha largada da bancada do outro lado em aparte.
Embora o poder legislativo dos Parlamentos, seja a sua essência e a sua mais importante razão de ser, a verdade é que cada vez será mais difícil, ao nível regional, inovar em termos legislativos, pois estamos bastante condicionados pelas leis imanadas de Bruxelas e da Assembleia da República. Contudo, isso não nos poderá coibir de debater os nossos assuntos internos e externos sem limitações.
O Povo, anónimo e intemporal, muitas vezes sem entender bem o que fazem os deputados, muitas vezes sem entender que eles são os seus directos representantes, também desanca na Instituição e nos seus actores.
Eu diria que o Parlamentarismo está em decadência e os Parlamentares, sendo a classe politica mais mal paga e com menos poder, é a que mais sofre das bocas, muitas vezes manipuladas, da opinião pública.
O Parlamento Açoriano não foge à regra e não se têm feito alterações significativas ao seu funcionamento de forma a transforma-lo numa instituição mais eficiente e virada para o futuro.
Não podemos duvidar da necessidade da sua existência. Contudo há que modernizar. Sim Eu sei que se têm feito umas coisas, no meu tempo Eu era o único que usava um computador, isso foi só na última legislatura 1996/2000, não foi na idade da pedra. Mas não falo em modernizar em termos de novas tecnologias ou da divulgação do trabalho parlamentar.
Acho que existe uma necessidade abrupta de modernizar métodos de trabalho e fazer outro tipo de debate parlamentar, sem coisas absurdas como usar a defesa da honra por dizer uma qualquer baboseira porque já acabou o tempo para intervir, ou usar uma declaração de voto para rebater a última laracha largada da bancada do outro lado em aparte.
Embora o poder legislativo dos Parlamentos, seja a sua essência e a sua mais importante razão de ser, a verdade é que cada vez será mais difícil, ao nível regional, inovar em termos legislativos, pois estamos bastante condicionados pelas leis imanadas de Bruxelas e da Assembleia da República. Contudo, isso não nos poderá coibir de debater os nossos assuntos internos e externos sem limitações.
Eu cá não me farto
Há dias alguém dizia que provávelmente isso (bolgosfera de endemismo açorico ) não ia durar muito mais. Foi o ToZé. “vamo-nos fartar uns dos outros” dicet. Não me parece. Cada dia passo mais tempo a ver mais coisas novas, os textos, se comparados com os do passado recente, vão melhorando significativamente. Outro dos ingredientes fundamentais para que isso mantenha chama é a polémica e esta, parece-me, não tem faltado.
Falta sim, discutir e polemizar sobre coisas novas, sobre coisas que não estejam condicionadas pela agenda politica e pelos Órgãos de Comunicação Social ditos tradicionais. Já tentamos uma vez por sugestão da Mariana, salvo erro, porque não tentar mais uma.
Falta sim, discutir e polemizar sobre coisas novas, sobre coisas que não estejam condicionadas pela agenda politica e pelos Órgãos de Comunicação Social ditos tradicionais. Já tentamos uma vez por sugestão da Mariana, salvo erro, porque não tentar mais uma.
14 de abril de 2004
Ponta Delgada. Sempre......
Deu algum trabalho mas cá está o Ponta Delgada, um blog em jeito de extensão do Foguetabraze mas que apenas se debruçará sobre assuntos da Cidade.
Está tudo direitinho, os comentários estão a funcionar, o counter começou no dia certo tudo a postos para a “postura” e para os comentários dos amigos, dos inimigos, dos que gostam e dos que não gostam da Cidade mas acima de tudo para aqueles que se interessam pela vida e pela cultura da nossa Ponta Delgada.
Está tudo direitinho, os comentários estão a funcionar, o counter começou no dia certo tudo a postos para a “postura” e para os comentários dos amigos, dos inimigos, dos que gostam e dos que não gostam da Cidade mas acima de tudo para aqueles que se interessam pela vida e pela cultura da nossa Ponta Delgada.
Condenado por ....
"A lei sobre a protecção da independência nacional e da economia de Cuba, permitiu às autoridades do meu País condenarem-me pelo único acto soberano que realizei desde que faço uso da razão: Escrever sem mandato. (…)"
Excerto do Monólogo do Culpado
Do Poeta e escritor cubano Raul Rivero
Excerto do Monólogo do Culpado
Do Poeta e escritor cubano Raul Rivero
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