Um mestre na política à portuguesa. Pois alevá.
19 de fevereiro de 2007
Daqui a pouco...
Um mestre na política à portuguesa. Pois alevá.
Umas vezes importantes, outras nem por isso
18 de fevereiro de 2007
Ainda há esperança nos Homens
Infelizmente, em Portugal, cada vez há menos pessoas com coragem para atirarem os interesses partidários para traz das costas e capazes de se manterem firmes nas suas convicções.
17 de fevereiro de 2007
Há boatos e o Boato
Progresso betonado e efeito estufa
16 de fevereiro de 2007
Entre o azeite e o pó-de-talco
E Jardim perdeu os tomates e resolveu falar em testiculos.
15 de fevereiro de 2007
É impresionante...

... a percentagem de viaturas em transgressão nesse pequeno espaço num parque de estacionamento da nossa cidade. Esta situação é recorrente, denotando não só a falta de civismo dos cidadãos como a falta de fiscalização, isso para já não falar da falta de alternativas ao encerramento de parte do parque da Calheta.
14 de fevereiro de 2007
The Beatles - All You Need is Love
A única coisa que não sabemos como explicar e que resiste a todas as adversidades é mesmo só o Amor. Por isso mesmo All You (we) Need is Love.
Qual progresso qual carapuça!

Se Ponta Delgada não tivesse crescido descontrolada e estupidamente para Sul, em nome de um progresso mais bacoco do que qualquer pensamento reaccionário e ao invés, tivesse crescido para Norte, Este e Oeste, provavelmente era património de Humanidade. Paga-se o preço do tal progresso e frui-se das suas coisas boas. Vá o diabo medir, pesar, quantificar na balança do tempo qual a melhor das opções.
13 de fevereiro de 2007
Um paradigma da arrogância
Carlos César a Costa Neves sobre o episódio da queixa à CNE remetida ao Ministério Público.
Está Confirmado

Segundo as noticias hoje avançadas, este navio irá efectuar uma espécie de mini cruzeiros inter Ilhas, uma ideia que, à partida, parece boa, resta esperar pelos seus resultados.
O aluguer dos dois navios irá custar aos cofres da Região cerca de 6 milhões de euros, bastante mais do que estava consignado anteriormente. A Região pretende ter uma receita de cerca de 2,5 milhões de euros o que, à partida, parece uma meta utópica. Vamos esperar para ver.
Quanto à data de Maio de 2008 para apresentação dos dois novos navios a construir em Viana do Castelo, essa sim, é totalmente irealista já que os navios ainda nem estão em obra e esse prazo implicaria uma execução em 15 meses.
12 de fevereiro de 2007
Parlamento sem Legitimidade (2)
Em primeiro lugar convém esclarecer que aquele meu post nada tem que ver com mau perder, eu nem sei se perdi, votei neste referendo com a minha consciência, é pública a minha opinião e ninguém me viu fazendo campanha nem pelo sim nem pelo não.
Contudo, preocupam-me os atropelos ao bom funcionamento das instituições democráticas, ao poder judicial e pior que isso, preocupa-me a ligeireza com que os líderes políticos deste país desrespeitam o que legislam porque acham que o Povo não os compreenderia se cumprissem a lei e as regras da democracia. Isso passa-se na justiça como o caso da menina e do Sargento, já se passou no Futebol, vai passar-se transversalmente na sociedade portuguesa e ninguém acha anormal.
Continuarei, por isso a manifestar a minha opinião. Se não queriam correr o risco de fazer um referendo que não fosse vinculativo, não o fizessem e ponto final.
Só para o Francisco Costa que ainda é novato e tem potencial: O Governo não legisla, executa, quem legisla é a Assembleia da República e as Assembleias Regionais que não o quiseram fazer. Foram a jogo num referendo com regras, regras que eles próprios criaram por descrença no Povo que os elegeu. Como para ganhar o Jogo é preciso que uma regra não seja aplicada, então não se aplica.
Alguém disse e bem, que queria ver o seu voto validado e que não estava para ser prejudicado com o facto de muitos não terem querido exercer esse direito. Devo dizer que concordo. Além disso, nem acho que uma abstenção de 56% seja um escândalo, pelo contrário é uma vitória da democracia, o que está mal é a tal regra que está na lei orgânica do referendo.
11 de fevereiro de 2007
O crime não compensa
Carlos César Jogou sujo (muito sujo) e perdeu.
Parlamento sem legitimidade.
Deveres Civicos? Isso é o quê?
10 de fevereiro de 2007
Reflexão
Numa altura que se apela à participação cívica, em que se invoca a sofisticação e urbanidade de um povo em nome de um suposto progresso, não faz sentido que se limitem as acções de campanha para um qualquer acto eleitoral em nome do perigo de manipulação desse mesmo Povo.
9 de fevereiro de 2007
RTP-Açores ou RTP do Governo?
César no Ministério Público
8 de fevereiro de 2007
Finalmente

A gente lê no Açoriano Oriental via Lusa e acredita e fica satisfeita, é que a gente anda a defender esta solução há anos. É bom olhar bem quem serão os tais "olheiros" e que no passado já existiram protocolos que serviram para muita coisa menos para a manutenção dos trilhos.
7 de fevereiro de 2007
Presidente do Governo viola lei do referendo (revisto)
Ao ter apelado ao voto no sim da forma como fez e usando um instrumento como o GACS para o fazer, O Presidente do Governo regional dos Açores viola os principios plasmados no artigo 45ª da lei 15/A de 98 onde se lê:
Quem, no exercício das suas funções, infringir os deveres de neutralidade ou imparcialidade, constantes do artigo 45.º, é punido com pena de prisão até dois anos ou pena de multa até 240 dias.
5 de fevereiro de 2007
A promiscuidade que vem de longe.
O presidente do Governo Regional, Carlos César, preside, terça-feira, em Ponta Delgada, à sessão pública de apresentação dos projectos que o consórcio SIRAM/LusoIrlandês se propõe executar na ilha de S. Miguel.
A sessão decorre às 15:30 horas no auditório da Secretaria Regional da Economia.
Entre os projectos da SIRAM para S. Miguel figura uma intervenção no Campo de Golfe da Batalha, que prevê a construção de um complexo turístico e residencial associado àquele espaço de lazer, de que o grupo empresarial é proprietário na sequência da privatização da Verdegolf.
4 de fevereiro de 2007
Políticos à manjedoira um esclarecimento
O Dr. Paulo Menezes foi o Director Regional que "negociou" a vinda do IPTM para os Açores e nada tem a ver com o aluguer do imóvel para instalação do Delegado Regional daquele Instituto já que é casado com separação de bens da Drª Nélia Amaral e é esta a proprietária do referido imóvel.
A Drª Nélia Amaral, por várias vezes procedeu a melhorias e pequenas obras de reparação na casa de habitação que alugou ao IPTM para instalação do seu delegado na Região.
A quando da vinda de uma nova delegada para a região, há cerca de um mês, essa manifestou junto da senhoria a intenção de arranjar uma casa maior e mais próxima de Ponta Delgada. A Drª Nélia Amaral, segundo diz, anuiu e manifestou a sua intenção de não prejudicar a delegada do IPTM. Contudo, o contrato existente é entre o IPTM e a senhoria pelo que compete ao IPTM na pessoa da sua administração rescindir o contrato e não ao utilizador.
Segundo consegui apurar, a renitência em rescindir com a Drª Nélia Amaral parte de Lisboa onde o Instituto não tem poder para proceder a novos contratos sem autorização da competente Secretária de Estado.
O Casal Paulo Menezes e Nélia Amaral, negam qualquer interesse na manutenção da presente situação e foi isso mesmo que manifestaram ao responsável por este Blogue.
Espero ter contribuído para um melhor esclarecimento e entendimento desta polémica.
Post Scriptum: A ser verdade tudo o que nos foi contado e não temos razão para não acreditar já que ambas as histórias finais coincidem, ficamos a saber que a Administração do IPTM não tem poder nem para alugar uma casa e rescindir um contrato de arrendamento de outra. Então, tem poderes para quê?
3 de fevereiro de 2007
Pior a emenda do que o soneto
2 de fevereiro de 2007
Políticos à manjedoira
1 de fevereiro de 2007
Ainda vamos a tempo.
O Ministro das anedotas
Parece sina que, na a República tal como na Região, a economia seja tratada por quem é.
Em primeira mão.
31 de janeiro de 2007
Grande comilona
No tempo do PSD do Dr. Mota Amaral, que eu tanto combati por coisas parecidas com esta, o então Deputado Regional Carlos César já teria exigido a demissão da Directora, do Secretário quiçá a queda do executivo. Hoje, em tempo de mudança, não se passa nada, nem muda Directora nem muda Secretário nem muda coisa alguma.
Enquanto o "Povão", luta e labuta por um naco de pão e mendiga por uma consulta no centro de saúde mais próximo, esses "senhorzinhos", uma espécie de mediocres que julguam ser gente, vão tratando da sua saudinha muito bem tratada. Saem do Governo sempre melhor do que entraram. A corrupção existe, é inegável. Não é ao nível da Presidência, dos Secretários que até aí ainda queremos acreditar que há empenho e seriedade, daí para baixo é que é um tal ver se te avias enquanto é tempo que se muda a maré acaba a pescaria.
Mandar calar
30 de janeiro de 2007
Reinventar o País é urgente
Em 2007, devíamos referendar o encerramento do pais e o seu restart. Encomendamos a um Deus qualquer um CD de recuperação e reinstalemos o País em sistema Operativo Espanha pós Franco.
24 de janeiro de 2007
As obras da discórdia
Nada disto se estaria a passar se o projecto inicial de recuperação e requalificação do Teatro Micaelense, da autoria do Arquitecto Salgado, tivesse sido cumprido e o Parque de estacionamento tivesse sido construído ao mesmo tempo das obras de recuperação se faziam.
A administração do Teatro e alguns dos seus habituais utilizadores, têm se queixado do estado do acesso àquela sala de espectáculos. Ora a demora que agora se prolonga, em nada facilitará a administração do Teatro, e nós a pagarmos. Sim que no fim quem paga os prejuízos já bastante elevados daquela sala somos nós, os contribuintes.
É o costume, nunca se faz nada com a programação devida
Pois é! E nós? Nós, a pagarmos, pelas obras, pelos atrasos, pelas incompetências da Câmara, pelas arrogâncias de um governo prepotente e omnipresente. Nós a pagarmos os caprichos de políticos de vão de escada.
A Senhora que se segue
Hillary Rodham ClintonTudo aponta para que esta Senhora seja a próxima Presidente dos Estados Unidos da América.
Fogo-te-abrase
O Cristóvão escreve fogotabrase numa aglutinação das palavras fogo-te-abrase. Contudo, os micaelenses, neste caso e noutros, comem o final da segunda sílaba. É claro que em linguagem oral a coisa é fácil mas se tentarmos passar à escrita já não é assim tão claro e resultou em leituras muito estranhas da palavra foguetabraze, na qual, deveria colocar-se um acento circunflexo no primeiro o, ou seja fôguetabraze (sugestão do Lomba há já mais de um ano). Assim fica esta 3ª versão do nome do blogue.
23 de janeiro de 2007
Corrupção há muita seu palerma.
Finalmente...
18 de janeiro de 2007
É só para dizer que...
17 de janeiro de 2007
Momento sem graça mas julgando ter
Depois do iPod e do iPhone virá o iPhode (ainda sem link para não escandalizar o Luís Anselmo), um "gadget" que servirá para ver filmes ouvir musica, telefonar, de relógio, de canivete do MacGiver e de estimulador facial. Ou seja ,um vibrador que até serve para outras merdas.
Absolutamente imperdivel
16 de janeiro de 2007
Para (des)animar a malta
15 de janeiro de 2007
Coisas que se me ocorrem

Depois da visita presidencial de César à comunidade Açoriana da Argentina e Uruguai (serão 3 gatos pingados?), um conhecido restaurante de São Miguel, vai mudar, defenitivamente, o seu slogan para: Desde las pampas para el plato.
É que não há mesmo pachorra
10 de janeiro de 2007
Para facilitar a vida...
Transporte maritimo de passageiros
O último episódio da novela (já dava um guiaão para uma série sobre como não fazer politica) do transporte marítimo de passageiros inter-ilhas veio dar razão a tudo o que aqui escrevi e tudo o que disse em televisão sobre esse assunto. Infelizmente, mais uma vez, tive razão e mais uma vez, são os meus impostos e os de mais um bom milhar de bons contribuintes, que vão pagar as incompetências dos governantes. E ninguém vai preso? Nem sequer se demite?
O secretário da tutela, Duarte Ponte, já conhecido no meio jornalístico e "caféceiro" como "mestre iogurteiro", deu instruções à sua instrumental empresa denominada Atlanticoline SA para rescindir com a Transmaçor. É um passo acertado, mas é pouco. Se atendermos ao facto de que foi a incompetência da administração da Atlanticoline e do gabinete do Secretário, que meteu a região nas mão da Transmaçor e de meia dúzia de consultores incapazes, então, não se explica que a administração da Atlanticoline não tenha sido toda exonerada e subestituida. Isso para não falar da falta de vergonha do Secretário Duarte Ponte da Directora Regional Luísa Shandler que já se deviam ter demitido.
8 de janeiro de 2007
Problemas com a navegação à vista
Bem sei que...
Bem sei que andou por aí novidade sobre a Transmaçor e o transporte marítimo de passageiros inter-Ilhas, bem sei que veem aí aumentos indirectos nas passagens aéreas, bem sei que vai subir a gasolina, o Pão, o açúcar ,o óleo e o sabão e bem sei que os ordenados vão ficar na mesma como a lesma. Mas que querem que diga? Estou como aqueles malabaristas que em desespero de causa atiram demasiadas bolas ao ar. Agora, apenas me resta tentar mantê-las em movimento, quando não, caem todas.
7 de janeiro de 2007
6 de janeiro de 2007
Exilio dourado?
João Cravinho deixa Parlamento para administrar banco internacional
3 de janeiro de 2007
Coisas que quase nada importam.
Enquanto os políticos não perceberem que os limites ao despedimento são um constrangimento à contratação, o mercado de mão-de-obra não funcionará e consequentemente, o desemprego não irá diminuir.
É claro que, na Região, os efeitos do desemprego ainda não se fazem sentir. Quando os problemas inerentes a esse flagelo social passarem para além das fronteiras de São Miguel ouviremos os brados que por aí se darão.
2 de janeiro de 2007
"Crucial"
Finalmente, a grande questão, um abrandamento, inevitável do investimento por causa da transição do quadro comunitário de apoio. Todos sabemos, por experiência passada, que os anos de transição dos quadros comunitários de apoio, devido á lentidão do estado e das regiões autónomas em adaptarem os respectivos planos de investimentos, atira para um segundo semestre tardio, senão todo, pelo menos uma boa parte do investimento público e privado. Nas franjas ficam os empresários com projectos que não se enquadram nos sistemas de incentivos, ou seja, uma minoria.
Estranha ressaca
1 de janeiro de 2007
31 de dezembro de 2006
Balanço literário
Free World de Timothy Garton Ash de onde sobresái a pergunta deixada no ar pelo autor: Durante quanto tempo mais pode o planeta Terra sustentar cada vez mais seres humanos que consomem cada vex mais comida, água e energia?
Percurso Solitário de Augusto Ataíde, um ajuste de contas com o seu Paí , estava à espera de mais, surpreende apenas pela escrita e pela confirmação de que a vingança se serve, sempre, gelada.
O Fim do Petróleo-O grande desafio do século XXI de James Howard Kunstler, um livro imperdivel para quem pretenda compreender os desafios energéticos deste inicio de século e as relações do Homem com o planeta em que habita. Complementa Free World, na minha opinião , claro.
Não foi um livro lançado este ano mas foi o melhor livro que li a longo de 2006. "A Campanha do Argus-Uma viagem na pesca do bacalhau" de Alan Villiers. Levado à estampa pela Cavalo de Ferro em Maio de 2005 com o patrocínio da Câmara Municipal de Ílhavo, numa segunda edição cinquenta anos depois da primeira. Uma excelente encadernação e agradável porte (isso para mim é importante num livro) e uma escrita sóbria e limpa, este livro é já "um clássico da literatura marítima mundial".
Na verdade, já havia comprado um original em Inglês, ?The quest of the schooner Argus-A voyage to the banks of Greenland?, nunca o lera.
No Museu Marítimo de Ílhavo já havia apreciado fotografias e um modelo à escala desse belíssimo lugre de quatro mastros em casco de aço, construído na Holanda e armado, pela primeira vez, pela família Bensaúde o que me despertou algum interesse.
Sem perder de vista o livro mas com outras prioridades, fui adiando a sua leitura até que o meu primo Pedro Albergaria, sabendo da minha paixão pela pesca industrial e pela história, me emprestou o seu exemplar em português e insistiu para que o lesse. Li-o de uma assentada, reli-o, coisa que raramente faço com um livro.
O Argus será, porventura, o mais conhecido navio português da pesca do bacalhau graças às crónicas desse oficial da marinha Australiana que dava pelo nome de Alan Villiers a quem chamou de Queen Elizabeth da frota bacalhoeira portuguesa.
30 de dezembro de 2006
Dias que não são dias
Queria ele lá saber da algazarra que se ouvia dentro das casas. Que coisas teria o menino feito no presépio? Que tropelias? Que boas-novas teria trazido para que todos aqueles meninos estivessem tão eufóricos? Eram os mesmos meninos, que durante o resto do ano, saíam de casa embrulhados em casacos de feltro de marca registada e com mochilas da barbie e do action man, carregadas de livros, às costas. Eram depositados nas escolas assim como quem deixa um cão no canil municipal e vai de férias. Eram os meninos felizes de hoje os mesmos meninos infelizes dos outros dias todos do ano.
Entre o saco das quimeras e o cesto das esperanças havia um corpo franzino habituado ao frio e à chuva. As mãos gretadas do sal da água da mar e os lábios roxos do frio. Viu ao longe um estábulo e lembrou-se daquela imagem do menino deitado nas palhas aquecido pelo bafo da vaca e do burro. Correu para lá, gritou ante portas de madeira velha e trancas de aço, mas lá de dentro nada. Rodopiou e viu luz por uma janela. Trepou pelas paredes lisas de um armazém até chegar a uma pequena janela que parecia a de uma prisão. Lá dentro, nem palhas, nem pastores nem burros. Só vacas, frias, ou melhor gélidas, vacas não, máquinas de fazer leite. Nem as vacas são já como eram., estão a tornar-se mais humanas, ou seja menos livres. Que raio de humanismo é este que nos faz cativos? Que raio de inteligência nos deram que a usamos para nos fazermos escravos de tudo e de qualquer coisa?
Por estes dias, toda a gente festeja qualquer coisa, poucos festejam o nascimento de Jesus de Nazaré.
Deixou-se cair da janela com grades e seguiu o seu caminho que os dias não estão para perder tempo com coisas inúteis. Havia de chegar a casa ainda antes da meia-noite. Naquele dia, rebentaram bombas em Bagdad, morreram dezenas de homens, mulheres e crianças na faixa de Gaza, há inocentes a passar fome, a morrerem de fome, no Biafra, Darfur, aqui ao lado. Hei-de ter um naco de pão de milho com manteiga e açúcar.
Socialismo? Sim, mas poquinho sff
Nada justifica a morte.
Sempre defendi a invasão do Iraque mas apenas com o objectivo de destronar o ditador e promover a democracia, não como uma guerra santa ou comercial.
Mesmo querendo acreditar que Saddam Hussein foi julgado justamente e condenado por um tribunal isento e é preciso fazer um esforço muito grande para acreditar nisso, a comunidade internacional, a ONU do agora idolatrado quase ex-Secretário Geral Kofi Annan, enfim a gente toda, devia ter sido mais consequente nas transitivas de evitar a execução do ditador de Bagdad

Mesmo sendo um ditador sanguinário é sempre de lamentar a morte de um ser humano, a vida humana é para ser salvaguardada e inviolável. Há, no mundo inteiro, milhões de pessoas a lutar ferozmente pela vida, não temos o direito de acabar, voluntáriamente, com uma que seja, por pior que seja o individuo por mais convicentes que sejam as razões aduzidas.
Post para ontem 29 de Dezembro
29 de dezembro de 2006
Balanço simplificado
Do ponto de vista empresarial, venha um melhor do que este, com menos engulhos e com menos gente incompetente e arrogante de permeio. Há o balanço da blogosfera, 2006 foi um ano de miséria, bem somados temos alguns seis meses de hibernação.
Dei por mim o ano chegou ao fim e lembrei-me que, não vou ao Coliseu Micaelense desde que a MUU nos trouxe ao palco o Aldo Lima. Não entro no Teatro Micaelense desde o Seu Jorge. Portanto, o balanço cultural é de um número com muitos zeros na conta do deve e quase nada no haver.Nada mesmo.
Vem, então, o balanço da família. Esse é de grande mais valia. Depois de um final de 2005 atribulado, 2006, com alguns sustos de premeio, foi de grandes alegrias a ver o Salvador resistir a tudo para manter-se vivo e a crescer no meio das irmãs como um menino Jesus adorado nas palhinhas. Sem dúvida, o rapaz foi a melhor coisa que nos aconteceu neste 2006.
Ia a fazer um balanço literário, mas fica para outras "postas" que esta já vai longa e a malta não está para a blogosfera. Nestes dias a malta é mais cargas etílicas e bolos.
28 de dezembro de 2006
O Português de todos os tempos.
D. João Segundo, O Principe Perfeito ;
Marquês de Pombal, Primeiro-ministro do Rei D. José I ;
Oliveira Salazar, ele mesmo.
27 de dezembro de 2006
Já em 1998 foi assim.
Tudo isto se teria poupado se os Senhores Deputados, no pleno gozo dos seus direitos e na plena assunção dos seus deveres de representantes do seu povo, tivessem tido a coragem de mudar a lei no Parlamento. Como era previsível que a lei não passasse, apesar da maioria de esquerda do hemiciclo, vai dai e toca a referendar a ver se pega, pode ser que os Portugueses se mobilizem desta vez.
Remexer no baú
Entretanto o planeta aqueceu, está um frio de raxar e a malta está a preparar-se para mais um referendo sobre a legalização do aborto, opsssss! Desculpem, sobre a despenalização, até ás 10 semanas, da interrupção voluntária da gravidez como há 8 anos e como será daqui a mais 8.
26 de dezembro de 2006
Um viva a Portugal. (irónico)
Haja pachorra.
Claro que a banca não brinca aos países e está a trabalhar, embora a meio gás. Talvez, esses pequenos gestos, ajudem a compreender porque razão a eficiência do sector bancário seja bem diferente dos restantes sectores da economia portuguesa. Talvez, essas pequenas paragens, no ritmo de trabalho, expliquem o estado de pobreza em que nos encontramos. Talvez, que eu não sou nem economista nem aprendiz de tal oficio.
25 de dezembro de 2006
Natal 2006
Há anos que passo esta quadra na minha Ilha de adopção, Santa Maria. Aas flores de Aloe Vera são umas das marcas desta época do ano na Ilha de Gonçalo velho. Como diz o poeta:
"Foi barro de Almagreira
que moldou anossa sorte.
Essa sorte marinheira
entre o mar e o vento norte".
24 de dezembro de 2006
Poema panfletário
(sobre "Vai nascer esta noite à meia-noite em ponto",
de David Mourão-Ferreira)
Vai morrer esta noite à meia-noite e tonto
de tanto olhar nas montras a ovelha lírica
os burros de neónio sob o céu postiço.
Vai morrer esta noite à meia-noite e tanto.
E nem a vaca psicadélica fará
do seu bafo o sopro que ressurge o barro,
o pó, na forma com que os dedos o modelam.
Vai morrer esta noite à meia-noite, enquanto
o seu duplo robótico ergue a perninha
à distância comandada e molha as palhas,
e os sinos de belém bimbalham jingle bells
o berloque a preço de fim-de-estação
o detergente do sovaco a passa o penso
rápido ou outro os candies o cabaz
as laranjas que já foram da lapinha
e agora se alaparam no rumor dos dias
e mais não trazem do que o sabor a plástico
? que essa coisa do "gosto no pão do povo"
deu uvas no verso de um poeta novo
até aos dentes de trincar nozes de fogo.
Vai morrer esta noite à meia-noite. E pronto !
E um pai natal de gravata e accent do sul
ou regional virá nos feixes, sobre as ondas
anunciar a boa-nova a estes tempos:
o fontanário as fitinhas os quilómetros
de asfalto o coreto os milhões do PIB
as siglas várias da pedincha natural
? em suma, os Fahrenheit que medem o sucesso.
E os Anjos Adjuntos e mesmo os Sem Pasta,
no beija-bota que assegura a eternidade
terrena, entoarão em coro o estribilho:
"Glória ao Senhor na terra, paz a deus na lonjura".
Urbano Bettencourt/Natal de 93
23 de dezembro de 2006
De volta por quanto tempo?

A minha filha Marta voltou ás suas escritas no seu Moranguito. Vamos a ver se é desta que te esmeras mais um pouco .
22 de dezembro de 2006
Lá se foram as minhas esperanças
De acordo com a agência Lusa, trata-se de uma derrogação ou moratória de dois anos à livre circulação/estabelecimento em Portugal de trabalhadores dos dois novos Estados-membros da União. Estimativas apontam para a existência, em Portugal, de 60 a 80 mil residentes romenos.
O espirito de Natal
21 de dezembro de 2006
Os pesos e as medidas da esquerdalha.

Será que eurodeputada Ana Gomes já tem a garrafa de champanhe preparada para o dia da morte do ditador Cubano? Eu cá não festejo a morte de ninguém, mesmo que seja um ditador sanguinário como Fidel Castro, afinal sou um humanista, não sou Socialista do tipo da Ana Gomes.
20 de dezembro de 2006
Democratas mas...pouco...muito pouco
Mais uma...
Sim Senhor Presidente do Conselho
19 de dezembro de 2006
Pergunta impertinente
Coisas dos dias de hoje.
Agora sim...
18 de dezembro de 2006
Estão quase por cá
Uma dessas empresas de consultoria, sub contratou, para o processo dos 4 navios do Governo Regional, uma outra empresa com sede num off-shore.
Entretanto a empresa de navegação do triângulo, continua à procura de um navio para substituir o Bahia de Málaga, o assessor de imprensa de Duarte Ponte deixou o caso e o Sr. Secretário continua confiante, mesmo depois de tanto fiasco.
16 de dezembro de 2006
O Governo que governe sff
Se são verdadeiramente independentes, os Governos não cumprem as suas sugestões e acabam perdendo razão de ser. Se são bajuladoras e subservientes aos poderes, então não são independentes e não servem para coisíssima alguma.
Haja coragem de acabar com essa plêiade de farsas e cada Director Geral, cada Secretário de Estado, cada Ministro, cada Primeiro-ministro que tenha a coragem de tomar decisões a arcar com as consequências das suas decisões.
Em suma, o Governo que desempenhe as funções que a constituição lhe atribui e não delegue por aí as suas responsabilidades.
Até pode ser legal mas...
15 de dezembro de 2006
Dudidosa seriedade
13 de dezembro de 2006
"Diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és"
Ia dizer-lhe isso mesmo ontem ao almoço, quis repetir hoje de manhã. Contudo, achei que poderia parecer elogio fácil. Fazê-lo publicamente desfaz qualquer dúvida que pudesse acinzentar a cabeça de um Homem que conheci no combate politico-parlamentar.
Fiquei satisfeito por saber que é candidato ao secretariado de Ilha do PS, sempre vale mais ter gente boa, mesmo do outro lado da trincheira, do que ter, apenas, da chamada "má moeda".
Não gostei! Não gostei nada mesmo de ver Vasco Cordeiro ceder ao "aparatchik" e fazer-se rodear dos secretários coordenadores concelhios. Não gostei, especialmente pela forma como ficou acompanhado a sul da Ilha, já que a Norte as coisas ficaram bem melhores.
Vantagens comparativas
11 de dezembro de 2006
A União Europeia...
"Mundinho de merda"
10 de dezembro de 2006
Que pena...
9 de dezembro de 2006
Coisas realmente muito importantes.
Neste estudo foi olvidada a questão do baixissimo valor das rendas agricolas. É um escândalo que ainda não se tenha mexido na lei do arrendamento rural, uma lei com 20 anos e cujos valores estão congelados há 2. O valor das rendas representa 7% do total dos custos das explorações agricolas. Estamos perante um absurdo já que essa mesma pastagem representa, na Região, cerca de 60% da alimentação das vacas leiteiras.
A manutenção teimosa de uma lei tão absurda leva a que a mesmoa raramente seja cumprida. O aumento do valor das rendas, tem a vantagem de animar o mercado do arrendamento, já que na presente situação, os proprietários evitam, ao máximo, os arendamentos, recorrendo à venda, ilicita, de "cortes" ou à produção de forragens para posterior venda.
Nunca se fez nos Açores, em especial em São Miguel, um debate sério e construtivo sobre o arrendamento rural, não será com este Secretário que se irá fazer, trata-se de um politico sem lastro para as funções que está a desempenhar.
8 de dezembro de 2006
Britains Ltd - Made in England Farm Toys

Quando se pertence a uma geração anterior aos cereais Chocapic e dos Game Boy ha coisas que nunca mais se esquecem.
Foram anos de brincadeiras, com amigos e vizinhos e a poupar cada um dos meus brinquedos que a vida nesses tempos não era para graças.
Com o nascimento do Salvador resolvi abrir as caixas onde estavam guardados há mais de 20 anos. As trocas de conversas com um coleccionador inglês deram-me a saber que possuo algumas peças raras como por exemplo este
trator Massey Fergusos 135 de 1969, ou esta
menina alimentando dois potros de 1970 ou ainda, estes
dois Ford 6600 de 1971 e estes dois LWB Land Rover também de 1970 e que, infelizmente, perderam as suas capotas de lona.
7 de dezembro de 2006
Pois se...
... continuais com a possibilidade de gozar mais um fim-de-semana com prolongamento, ide em frente que eu, em semana do Rei Goraz, não tenho outro remédio que não seja trabalhar.
PS: O Secretário da Agricultura Florestas e Estradas que dão jeitos aos amigos já se demitiu?





