O Francisco dizia num comentário ao post de ontem que "Há quem diga que são nesses dias que se obtêm melhores fotos!". Pois num desses dias descobri um miradouro urbano, num subúrbio de Ponta Delgada de onde me sobressaiu a alvura da Igreja de Nossa Senhora da Oliveira, como que a irromper por entre o casario.
26 de fevereiro de 2006
25 de fevereiro de 2006
Nem sete nem setenta


24 de fevereiro de 2006
Ground zero
Só porque parece que metade do País tem um Daniel Oliveira dentro de si e já esqueceu o que se passou aqui num certo 11 de Setembro.
Foram centenas de inocentes, civis, cidadãos do mundo que se dirigiam para o seu posto de trabalho. É só mesmo para lembrar que os maus são os outros, não somos nós.
22 de fevereiro de 2006
Já se sabe, porque hoje é Quarta...
21 de fevereiro de 2006
O meu Liceu tem 154 anos

20 de fevereiro de 2006
E eu que julgava já tinha visto de tudo...
Treinavam para Romeiros! Porra! Treinavam para Romeiros!
Ao que chegaram as romarias quaresmais que outrora foram de prece e penitência e agora, salvo um ou outro crente, são uma questão de moda, pura estética provinciana. Fica bem ir na romaria, tratar por irmão o desconhecido que ao longo do resto da vida ignoramos, entrar nas casas que nunca fomos capazes de entrar e lavar os pés nos bidés que jamais pensamos usar.
Será preciso dizer mais alguma coisa para caracterizar o provincianismo de um povo?
Parques de merendas
O Secretário Regional da Habitação e equipamentos, inventou um novo conceito, os "Merendários", mer(en)da para Ele. Com tanta coisa para fazer nas nossas estradas como por exemplo mantê-las em condições de limpeza e segurança e SExa parece apostado em lançar um Plano Regional de Alindamento e Construção de Parques de Merendas (terminologia é minha).
Nada tenho contra as pessoas que gostam de fazer merendas na beira da estrada (hoje é cada vez menos seguro) e churrascos ao som do barulho dos escapes. Agora a Porra do Estado/Região, promover esta palhaçada e ainda por cima em zonas que deviam ser preservadas, construindo parques de indiscutível mau gosto, já isso permitam-me que vos diga. Fico mal criado, fico furibundo e capaz de mandar aos responsáveis por alarvidades com esta para a PQP.
19 de fevereiro de 2006
Furnas a "Suisse Valley"?

Tinha estado, uma boa parte da manhã, a discutir com o Pedro Borges e o Alexandre Pascoal, essa incompreensível tendência que algumas figuras da historiografia recente dos Açores têm em classificar o Vale das Furnas como uma espécie de Suisse Valley.
Se fechar os olhos e tentar lembrar-me dos recantos dos Val-DE-Ruz ou dos arredores da cidade de Neuchâtel, não será difícil encontrar parecenças com os panoramas que aqui vos mostro. O tunel da Ribeira Quente poderia ser o de um qualquer funicular das montanhas de Watch Valley.

Este recanto da lagoa das Furnas, mesmo sem o Challet Canto à vista, poderia ser num qualquer recanto do Lago de Genebra (Léman). Contudo, a paisagem rústica dos pequenos Cantões Suiços, caracteriza-se pela levesa das agreções urbanas, bem como por uma certa harmonia e equilíbrio agro-silvo-pastoril. Por cá, as coisas começam a ficar perigosas. As desarmonias são voluntárias, compulsivas e constantes, as agressões humanas ao meio natural são escandalosas, a pastorícia destroi e "seca" as actividades agrícola e silvícola que tendem a ficar relegadas, a primeira para pequenas zonas próximas dos mercados abastecedores dos centros urbanos mais populosos e a segunda às zonas de difícil acessibilidade.
Porque será que temos sempre tendência a comparar-nos com outros lugares do Mundo mas somos incapazes de copiar as suas atitudes?
18 de fevereiro de 2006
mais um passeio pedestre

Mais um dia passado com os Amigos nos Açores. Desta feita entre a Lagoa das Furnas e a Ribeira Quente. O dia havia se mostrado risonho, logo se pôs de escuro vestido deixando cair aqui e ali alguns aguaceiros. Terminou ,porém, como havia começado, meio coberto, que é como quem diz com boas abertas.
O trilho está bem marcado e cuidado.
Foi gratificante constatar o bom resultado das medidas agro-ambientais, em boa hora lançadas pela união europeia, e que , infelizmente, não têm tido grande aceitação por parte dos agricultores. O caso que vimos hoje é um bom exemplo, não obstante se situar na mesma zona uma cascalheira em fase de legalização que é utilizada por diversos organismos públicos. Pelo andar da carruagem, O Pico da Areia será, a curto prazo, a Chã da Areia.

17 de fevereiro de 2006
Bur(r)ocracia e mau ambiente.
E se a administração pública Regional agilizasse a burocracia não seria uma boa medida ambiental?
Anticapitalismo de Estado
16 de fevereiro de 2006
Iº Encontro Bloguista da Ilha Terceira
É um bom número, principalmente se tivermos em conta outros encontros que se têm realizado por esse país fora. Da minha parte só posso estar contente e prometer que tudo farei para não defraudar as expectativas de quem me convidou para estar presente.
15 de fevereiro de 2006
Cantinho do detractor.
14 de fevereiro de 2006
"Basta!"
É claro que a questão aqui não é só uma questão de estrangeiros e fronteiras e essa até (na minha opinião) nem é questão mais importante. Contudo, acredito que um bom trabalho do SEF, tem um efeito dissuasor junto dos "traficantes" de seres humanos e junto dos empresários "receptadores". Por outro lado, além da preocupante situação da exploração da mão-de-obra ilegal e da situação de precariedade em que essas pessoas vivem, há que ter a noção que, muitas delas, estão de livre e espontânea vontade, a trabalhar em Portugal, nessas casas e até nas obras porque a situação de precariedade e exploração que vivem na Europa é, apesar de tudo, uma espécie de oásis se comparado com o imenso deserto que são os seus países de origem. Essa situação, complica o nosso trabalho, bastante. É óbvio que isso não desculpa os empresários (traficantes) pouco escrupulosos que os/as exploram, nem sequer amolece as nossas consciências, pelo contrário, deve espevitá-las mais ainda.
Este não é um assunto encerrado, é daqueles que, na minha opinião, deverá ser debatido com permanente acutilância no seio da sociedade Açoriana e porque não começar pela Blogoesfera?
13 de fevereiro de 2006
Estranho.
É estranho, muito estranho que na Europa das democracias e das liberdades que uma certa esquerda ajudou (bastante) a construir e nesta mesma Europa de todas as tolerâncias, haja uma outra esquerda, por sinal pouco democrática, que aplaudiu de pé, e bem, um certo cartoon com o falecido João Paulo II exibindo um preservativo no nariz e se escandalize, e mal, com um outro cartoon de Maomé com uma bomba com rastilho arder na cabeça, ou em pé, em cima de uma nuvem a gritar "There is no more virgins".
Parece-me que a esta esquerda, radical e irresponsável, apenas interessa ver a Europa lançada no caos. O caos é o único ambiente em que radicais, de esquerda e de direita, podem recrudescer.
12 de fevereiro de 2006
Haja pachorra!
11 de fevereiro de 2006
Pico

Fotografia da montanha mais alta dos Açores feita por João Paulo Costa e com arranjo em Photoshop (passagem a preto e branco e retirar a data impressa pela máquina) por Nuno Barata.
8 de fevereiro de 2006
É mesmo para a malta "cascar" à vontade...
7 de fevereiro de 2006
Última hora
4 de fevereiro de 2006
Consultório clinico
Acho que estou com sintomas de quem está a fazer um PNEUMOULTRAMICROSCOPICUSSILICOVULCANOCONIÓTICO
Será que me podem ajudar?
Consultório juridico
Eu estou apaixonado pela minha Ovelha e ela por mim.
Será que podemos casar e fazer o IRS em conjunto?
3 de fevereiro de 2006
Amigos
Ontem estive com amigos.
Daqueles amigos que são de agora, dos de sempre. Estive com amigos que comigo protagonizaram estórias que poderiam ter saido de um livro de Enid Blyton. Com amigos que fiz no tempo em que os cravos da revolução eram viçosos e vermelhos e não rosados e esmorecidos. Estive com amigos que tenho de agora e que fiz por meio dessa fabulosa plataforma de comunicação que são os Blogues.
Mas ontem. Ah! Ontem estive com amigos saídos da prosa poética de Vinicius. Amigos que não sabem que são meus amigos, que não sabem o quanto sou amigo deles.
1 de fevereiro de 2006
É já daqui a pouco...
31 de janeiro de 2006
Melhores dias virão
30 de janeiro de 2006
Por estes dias...
25 de janeiro de 2006
É só para lembrar aos nossos inimigos que...
24 de janeiro de 2006
Qualquer dia emigro.
Porque artes que não sabemos a Autoeuropa é um exemplo de eficiência e boa gestão? Porque artes que não sabemos a Microsoft vem para Portugal? E a Rhodhs? E a Clarks? E mais esta e mais aquela e mais aquela outra?
Do post de Medeiros Ferreira permiti-me o desplante de escolher esta pérola: "Ora aqui está uma boa diplomacia económica aplicada. Afinal estamos bem cotados no exterior. Porque será que tantos dos nossos empresários domésticos não se dão conta?". Permita-me V.Exiª que lhe diga, de diplomacia entenderá V. Senhoria saberá alguma coisa, mas de negócios não entende nada.
O que se passa neste país - se é que a isto ainda se pode chamar um país,- é uma relação com os empresários estrangeiros como a que as "putas" têm com os "chulos". É verdade. Na relação Estado/Empresário estrangeiro, o Estado é a puta rafeira das imediações do Instituto Superior Técnico, o Empresário estrangeiro é o chulo que leva a parte de leão. Na relação do Estado com o empresário português, este último é uma pobre puta tesa e o Estado é um chulo de fato comprado numa loja de nome duvidoso na Rua dos Fanqueiros e peúga CD branca metida dentro de um sapato de verniz feito em São João da Madeira, ciumento que lhe leva o dinheiro todo e que não "fode" nem sai de cima.
Bem sei que V.Exiª, não está habituado a esta linguagem de um simples empresário Português que à custa de muito trabalho e sacrificio, obteve uns "lucrozinhos" e teve que fazer uma letra para pagar os impostos porque o estado não lhe paga a tempo e horas, mas cobra escandalosas taxas de 12% de juros sobre os seus créditos. Contudo, numa hora destas e depois do Estado ter pedido, a mim e a todos os Portugueses, mais sacrifícios e se preparar para pagar ao sr. Bill Gates para investir em Portugal, só me apetece mesmo é mandar isto tudo para a casa do "careca" e emigrar para um país de economia liberal, mas liberal mesmo, onde não haja a mínima hipótese de se ser sequer perto de socialista, onde o conceito de estado social seja quase proibido.
I'm back
Estava eu preparado para o arranque final da Campanha das presidenciais, empenhado na forma de levar o maior número possível de eleitores a votarem o mais alegremente possível, preparado para um sábado de reflexão e para, em família ir cumprir o meu dever cívico no Domingo, quando tudo levou uma reviravolta. Nunca mais pensei em ser alegre ou em ser triste. Costumo dizer que não tenho tempo para andar triste nem para me deprimir. Sorte.
Ainda consegui - ao chegar a casa, quase sempre a hora incerta e para um sono rápido e concentrado - ir passando pelo blogs do costume para leituras diagonais. Pela primeira vez desde os meus 18 anos, não votei, não cumpri o dever de cidadania e não frui do direito mais importante que a democracia nos conferiu.
Foi por imperativo profissional, mas não deixa de ser, para mim, um falha no exercício da cidadania, que eu tanto gosto de exortar e à qual tanto gosto de apelar.
19 de janeiro de 2006
A minha opinião...
A três dias de irmos a votos
18 de janeiro de 2006
Atenção...
17 de janeiro de 2006
Mais uma...
Adivinha
Conhecem algum treinador bom que depois de sair de um clube fique no desemprego?
14 de janeiro de 2006
A Maria merece!
Para que a mudança fosse possível, José Sócrates e o ministro das Finanças descongelaram a título excepcional uma contratação de pessoal especializado.
Contactado pelo jornal, o porta-voz Carneiro Jacinto explicou que a contratação de Maria Monteiro já tinha sido decidida antes do anúncio da
redução para metade dos conselheiros e adidos das embaixadas.
As medidas de contenção avançadas pelo actual governo, nomeadamente o congelamento das progressões na função pública, começam a dar frutos.
Os sacrifícios pedidos aos portugueses permitem assegurar a carreira desta jovem de 28 anos que, apesar da idade, já conseguiu, por mérito próprio e com uma carreira construída a pulso, atingir um nível de rendimento mensal superior a 9000 euros.
É desta forma que se cala a boca a muita gente que não acredita nas potencialidades do nosso país, os zangados da vida que só sabem criticar a juventude, ponham os olhos nesta miúda.
A título de curiosidade, o salário mensal da nossa nova adida de imprensa da embaixada de Londres daria para pagar as progressões de 193 técnicos superiores de 2ª classe, de 290 Técnicos de 2ª classe ou de 290 Assistentes Administrativos.
O mesmo salário daria para pagar os salários de, respectivamente, 7, 10 e 14 jovens como a Maria, das categorias acima mencionadas, que poderiam muito bem despedir-se, por força de imperativos orçamentais.
Estes jovens sem berço, que ao contrário da Maria tiveram que submeter-se a concurso, também ao contrário da Maria já estão habituados a ganhar pouco e devem habituar-se a ser competitivos.
A nossa Maria merece.
Também a título de exemplo, seriam necessários os descontos de IRS de 92 portugueses com um salário de 500 Euros a descontar à taxa de 20%.
Novamente, a nossa Maria merece."
Pôr do sol presidencial

Fico boquiaberto quando ouço o Sr. Presidente da República falar ao País e nada dizer sobre as palavras antidemocráticas do Sr. Ministro dos Transportes quando disse que a oposição devia estar calada sobre a OTA e o TGV porque o povo votou no PS e essas eram propostas do PS, esquecendo-se de tantas outras propostas que o PS propagandeou e não está a cumprir como por exemplo o aumento de impostos.
Estranho que o Sr. Presidente da República nada tenha dito sobre o desdito que o Ministro do Trabalho fez ás declarações do Ministro das Finanças sobre o colapso da Segurança Social.
Eu já tinha estranhado que o Sr. Presidente da República não tivesse dito nada ao país com a saída de Campos e Cunha do Governo e as sucessivas demissões na comissão para a implementação do choque tecnológico, mas desculpei o Sr. Presidente da República, pois estava de saída. Agora, volvidos 10 meses de governação, vem falar ao País por causa de escutas telefónicas e não diz mais nada, mais nada mesmo! O que nos vale é que está chegando ao fim o segundo mandato de um dos piores presidentes que a república conheceu.
13 de janeiro de 2006
Curvas
A vida é feita de curvas que encontram curvas à saída de outras curvas. Nas curvas da vida vale tudo, até mesmo as ultrapassagens mais audaciosas. Nas curvas que encontram curvas da vida está a sua graça, a sua beleza. Uma vida sem curvas que encontram curvas à saída de outras curvas não é vida é uma recta monótona e sem graça.
11 de janeiro de 2006
Só por causa dos detractores
É hoje às 21h30m, hora dos Açores, em directo na RTP-Açores e pode ser visto em todo o território nacional para os assinates da TV cabo com serviço digital, no canal 18.
Para ver o programa no resto do Mundo basta clicar aqui e para isso, possuir ou fazer o download do programa real player .
FACTOS 12

10 de janeiro de 2006
Vade retro

Vade retro esta Santa Madre Igreja, vade retro!
* Labrego é o nome porque são conhecidos os Marienses opriundos das Freguesias da serra, Santa Bárbara e Santo Espírito.
9 de janeiro de 2006
Entrevista curta para memórias curtas
Nuno Barata - Devem várias cargas da Policia de Choque em 1975 e 1976 .
Devem, por exemplo, a nomeação e manutenção de Rocha Vieira no cargo de Ministro da República.
F- E o que devem os Açores a Cavaco Silva?
NB- Devem, o maior aperto orçamental jamais imposto às autonomias Insulares.
Devem também o facto de ter pactuado com Mário Soares nas acções persecutórias de Rocha Vieira &Ciª.
F- Então e o que devem os Açores a Manuel Alegre.
NB- Felizmente nada. Nada mesmo, o que é muito bom, muito bom mesmo.
8 de janeiro de 2006
Pois é...!
Dizem-me que Mário Soares não está mal para a idade. Claro que não! Apesar de uns trocadilhos e de umas confusões com os nomes dos principais responsáveis políticos nacionais, Mário Soares ainda não se baba nem usa fralda!
7 de janeiro de 2006
E se a moda pega ?
Numa das minhas incursões pelo interior da Ilha, encontrei ontem um cenário inacreditável, numa das zonas mais bonitas da Ilha de São Miguel, a Achada das Furnas. Dizem-me que temos muito orgulho na beleza das nossas Ilhas, direi que não temos o menor respeito por essa beleza ou pelo pouco que resta dela.
Vale bem a pena lembrar que muitas são as entidades que se têm empenhado na melhoria da qualidade ambiental e na consequente melhoria da qualidade de vida dos cidadãos. Falta contudo, muita sensibilização. O exemplo que vos mostro é de uma falta de noção das questões ambientais, isso para não falar do sempre discutível sentido estético das coisas.
Quando, há cerca de um ano, falei da necessidade de instituir uma disciplina curricular de educação ambiental, falava a sério. Não me deram ouvidos e a resposta foi cerca de 4% de votos expressos nas urnas. Pouco, muito pouco. Bem sei que muitos dos que me davam razão votaram em Ricardo Rodrigues (não me cansarei de vos lembarar) pois que cuidavam estavam a votar em Sócrates o ex-ministro da co-incineração. Sou eu que costumo dizer que o Povo tem sempre razão. E tem!
Nesta Região bafienta, tresandando a naftalina, plena de ratas de sacristia, Ainda há quem se preocupe com os outros, felizmente. Na verdade, a Associação de Municípios da Ilha de São Miguel, tem assumido especial relevância no tratamento dos resíduos sólidos urbanos. Pena é que a passagem pela Secretaria do Ambiente do Professor Helder Silva e as estupidas guerrilhas entre Carlos César e Berta Cabral, tenham atravancado algumas das soluções mais urgentes, nomeadamente a ampliação do sistema de tratamento de resíduos sólidos da Ilha de São Miguel.
Com as birras do então secretário e a passividade do restante Governo, perderam-se tempos importantíssimos, assim como se perdeu a possibilidade de candidatar ao fundo de coesão esse projecto que seria financiado pelo mesmo em 85%.
Entretanto o Governo Regional anunciou que iria encomendar um estudo sobre o assunto. Ao que consta, este estudo está concluído mas os seus resultados não foram divulgados. Provavelmente, estão à espera que as pessoas se esqueçam desse assunto e pronto. Continua-se, assim, a tratar o problema dos resíduos sólidos urbanos como as donas de casa com vicio de ver novelas, ou seja, varrendo o lixo para debaixo do tapete, o que significa insistir na solução dos aterros que são já uma solução ultrapassada, não diria terceiro-mundista porque aí nem lixo há.
Enquanto isso, o povão vai alegre e feliz assistir aos mais diversos foguetórios que por aí se fazem e continua sem estar sensibilizado para as questões do seu próprio dia-a-dia.Uma nota muito positiva para a AMISM. Grande parte dos cidadãos não acredita que o lixo que separa diariamente nas suas casas é verdadeiramente reciclado. Nesse particular há que divulgar que ao longo de 2005, das mais de 60.000 toneladas de lixo depositadas no aterro sanitário de Ponta Delgada, cerca de 4000 toneladas foram enviadas para reciclagem. Para dar bem uma noção dessa grandeza, são cerca de 200 dessas trelas maiores que se podem ver a circular nas nossas estradas. Contudo, essas 4 mil toneladas, representam uma percentagem muito baixa no total global de resíduos depositados, para que se possa aumentar essa percentagem, o trabalho de casa tem que ser, não só feito como bem feito. Até porque "o que vale a pena ser feito, vale a pena ser bem feito".
6 de janeiro de 2006
A culpa é da Comunicação social?
Não é verdade! Soares não é o mais directo adversário de cavaco, este é sim Manuel Alegre, o candidato do romantismo, do anti-sistema, das revoluções. Contra! "Porque é preciso ser-se contra qualquer coisa para se ser por qualquer coisa". A favor da renovação de uma modelo de país obsoleto, de um modelo social decadente, de um modelo económico falido. Portugal precisa de revoluções não de cinzentões.
......?????????

Foto Lusa/Eduardo Costa
5 de janeiro de 2006
A Mentira de José Sócrates!...

Acontecimento nacional do ano 2005
O actual Primeiro-ministro de Portugal mentiu descaradamente aos Portugueses durante a campanha eleitoral que culminou com a sua indigitação para o cargo de primeira figura da governação nacional. Na verdade, José Sócrates prometeu mundos e fundos, choques disso e daquilo, abaixamento de impostos, reposição de regalias e afinal, nada disso foi posto em prática. Dirão alguns que o estado em que as finanças públicas estavam não permitia fazer diferente do que se está a fazer. Isso sei eu, e sabia antes das eleições, o Sr. Primeiro-ministro é que, parece, não sabia. Ou saberia?
Se sabia, Sócrates mentiu demagogicamente e propositadamente aos Portugueses, coisa que não nos espanta depois do descaramento com que mentiu na Assembleia da República sobre as verbas destinadas à Região Açores.
Se não sabia, mentiu na mesma mas por incompetência.
Em ambos os cenários estamos perante um indivíduo sem estofo para ser primeiro-ministro.
4 de janeiro de 2006
A história repete-se?
Depois de um merecido descanso...
2 de janeiro de 2006
2005 - 2006
Eu não gosto de Balanços. Vejo a vida para diante e por isso, não aprecio esses exercícios de memória de balançar o ano. Para diante é que é o caminho. É verdade que, se queremos fazer as opções certas no futuro, temos que estar lembrados das lições do passado.
Os indicadores recentes, indiciam um ano de grande aperto nas finanças familiares. Mais uma vez, é quem menos pode que mais vai pagar. O Imposto automóvel vai subir nos carros de pequena cilindrada, logo são os mais baratos que vão ficar mais caros. Injusto!
Sobem os combustíveis uns inacreditáveis 8%, logo sobe o passe social e os restantes transportes públicos, paga quem menos pode. Injusto!
Sobem a maioria, senão todos, os bens de primeira necessidade. Quem vai apertar o cinto? Quem já nem respira de tanto aperto! Injusto!
Sobe tudo excepto os vencimentos A quem toca mais a falta de aumentos? A quem menos ganha. Injusto!.
Volto então, ao conceito de estado social que se instalou em Portugal desde o 25 de Abril. Se é verdade que a conquista da Liberdade foi uma das maiores conquistas dos Portugueses do Século XX, também é verdade que todo o ideal de Abril no que concerne à igualdade entre os Homens está longe de se concretizar. Da sociedade estratificada do estado Novo de filhos e enteados, passamos para uma sociedade não menos estratificada de filhos da mãe e de filhos da Maria da Conceição. Em alguns casos, esses filhos e enteados são ainda os mesmos.
Portugal está apático, letárgico, não tem chama e é incapaz de operar revoluções. A Banca domina 60 % da economia, o Status quo domina 33 % e restam uns míseros 7% de capacidade de renovação do sector empresarial. Um país assim não cresce, nem com leis de contenção orçamental nem com impostos directos e indirectos aumentados quase todos os dias. Sim, quase todos os dias são publicadas portarias e despachos que obrigam as empresas a pagar impostos indirectos. Ainda ontem entrou em vigor mais uma sobre os livros de reclamações nos estabelecimentos com porta aberta.
O Estado social, na sua especificidade portuguesa, tal como está organizado, é de uma injustiça incompreensível na era da aldeia global e da cibernética. Urge fazer uma revolução neste país de brandos costumes.
1 de janeiro de 2006
O Verão veio passar o ano aos Açores
É verdade, parece que os Açores estão a ser muito procurados para a passagem de ano. Desta feita, foi o Verão que se instalou nas Ilhas Atlânticas. Na verdade, ontem e hoje foram dias de excelência que proporcionaram mais uma caminhada pelas entranhas da Ilha de Frei Gonçalo Velho.
Bom ano para todos.
31 de dezembro de 2005
Feliz 2006
Que 2006 nos traga melhores ventos do que 2005 e que os nossos políticos olhem para as questões ambientais de forma mais eficaz do que o têm feito até agora.
Bom ano para todos. E faço votos de que haja mais Paz, menos fome e mais solidariedade em todo o planeta. De nada serve trabalhar muito e constituir riqueza se não podermos alcançar sequer a Paz. Como dormir bem sabendo que amanhã vão morrer centenas de crianças, inocentes, vítimas da Guerra entre os Homens e da fome?
"O Menino mija?"
A célebre pergunta "o menino mija?", que na maior parte das lhas dos Açores, quer apenas aferir se se bebe alguma coisa naquela casa - normalmente um licor típico da quadra como são o de tangerina e o de leite - assume, em Santa Maria, maior dimensão. Na verdade, desde que para cá venho há quase 20 anos, aprendi um novo significado para as "mijinhas". Reúnem-se em casa de uns e outros, graúdos e miúdos, ao longo de toda a semana que vai do Natal ao ano novo, numa espécie de jantares sem grandes preocupações formais. Uns queijos, pão, chouriço e muito vinho e cerveja, sumos e água para os miúdos e ali se passam umas horas à volta de velhas histórias de lobos-do-mar, de pescarias malditas, de aventuras mirabolantes. A chiada, lá fora, indicia a boa forma física e a alegria da pequenada. Há dias em que temos que nos desdobrar para cumprir os calendário "mijadeiro", foi o caso do dia de Quarta-feira que saímos a correr de casa do Henrique Botelho, em São Lourenço, com o bucho cheio de iguarias e alguns Pakreoflat, para irmos para casa da Bela e do Luís Mesquita acabar a noite. É obvio que aquela "mija" que dá mais gozo é a de casa da Eunice e do Henrique Amaral Nunes, é que dada a "forretice" do anfitrião, dar-lhe despesa é um prazer dos diabos, ainda por cima a dona da casa é uma exímia cozinheira.

Ontem, a mija foi em casa da Cristina e do Ricardo Mont'Alverne, que quizeram abrir as portas à sua nova casa da Praia. A Cristina é mulher precavida e preocupada com os sesu convidados. Por isso, da ementa, para espanto dos comensais, fazia parte uma caixa dos providenciais Pankreoflat.

É caso para dizer que foi dia para comer e "Pankreoflatar" por mais.
29 de dezembro de 2005
A formula
27 de dezembro de 2005
Cabinda/transbordo
Não percebo para que raio, no caso do CP Valour, foi preciso um helicóptero e mais dragas e mais técnicos e enginheiros. O que é preciso é engenho!! Mai nada.
Tal como havia previsto...
26 de dezembro de 2005
O aperto nas contas das autarquias...
Aviões em Santa Maria
Fotografar aviões é um hobbie, bastante enraizado na população mariense, como se pode verificar com a visita ao Azoresairphotos. Infelizmente, por razões de segurança, as redes de protecção das pistas e da placa, não permitem grandes alternativas de planos. Embora um grupo de Spoters tenha já contactado a direcção da ANA. SA no sentido de lhe ser facultada uma área de fácil acesso visual para efeitos de fotografar, não houve qualquer abertura daquela entidade que, cada vez mais, está de costas voltadas à população mariense.
Hoje, embora aufiram vencimentos muito acima da média da restante população e da maioria da classe politica que tanto criticam, os funcionários das companhias Ana e Nav, salvo raras e honrosas excepções, continuam a viver em bairros sociais, construídos com dinheiro dos nossos impostos e continuam a julgar que são gente.
25 de dezembro de 2005
Património natural a preservar

O Barreiro da Faneca, é um dos meus locais preferidos para fotografar. Cor, luz e contrastes. Que mais pode querer um "bate chapas".
Nesta manhã de dia de Natal, fiz mais uma incursão pelo Barreiro a dentro. A paisagem desértica entremeada com denso matagal de Urzes faias e incensos salpicados aqui e ali por pinheiros.

Há algum tempo, numa acção meritória, a delegação do Ambiente da Ilha de Santa Maria procedeu ao corte e monda química de uma espécie infestante que ameaçava o Barreiro, falamos do Pica rato. Contudo, essa limpeza apenas foi efectuada nas áreas mais visitadas do local, nas recônditas raias do mesmo, tudo está como dantes. Alem disso, a grande maioria dos detritos da referida limpeza ficaram largados ali mesmo, em pequenos montes, o que em conjunto com a caruma do pinheiro vai criando húmus pleno de nutrientes que permite o desenvolvimento rápido de infestantes com o incenso e a acácia.

Talvez fosse tempo de olhar o Barreiro da Faneca como um bom exemplo do património natural das nossas Ilhas, onde vale a pena investir para preservar.
24 de dezembro de 2005
Turismo nas Ilhas da Coesão
Nesta Ilha de Gonçalo Velho, de onde vos escrevo, o turismo de natureza, nomeadamente o pedesstrianismo, tem um potencial enorme a ser explorado.

Hoje, bem pela fresca e sozinho com os meus botões, fiz mais uma incursão por um dos possíveis trilhos existentes na Ilha. Um passeio circular, como é conveniente quando se vai sozinho, com inicio junto ao tanque de abastecimento de água à lavoura, na encosta leste do Pico do Facho, descida pela encosta até ao cimo do caminho do Calhau da Roupa passando pelo Parque Eólico e regresso pelo caminho a poente do referido Pico do Facho.

Desde veredas desaproveitadas, a lixo abandonado, passando pelo lamentável estado em que se apresentam as unidades industriais que ali estão, e bem, instaladas, vi um pouco de tudo. É um passeio que vale a pena marcar, limpar os trilhos e divulgar.
Com o desenvolvimento que se espera que o turismo venha a ter nesta Ilha, o pedestrianismo pode bem ser uma importante componente de entretenimento.
Fogotabrase, língua afiada!
23 de dezembro de 2005
ANGRA
É que as cartas e as encomendas não chegam a casa das pessoas pelo ar, é preciso ir lá entrega-las.
21 de dezembro de 2005
É hoje, é sim senhor...
20 de dezembro de 2005
Quem desiste a favor de quem?
19 de dezembro de 2005
Nacionalidade: Açoriana.

Por isso, eu sou e digo que eles todos são Açorianos. Ser português é outra coisa. Antes ser Espanhol.
Passem aí o maçarico SFF
Foto descaradamente roubada do Porto das Pipas
Todos diferentes, todos iguais.
que disse, em campanha eleitoral, que ia retirar as tropas espanholas do Afeganistão?Pois agora mudou de opinião. É que é diferente ser-se oposição de ser-se governo.
Renovar é preciso

Tal como na natureza se buscam soluções renováveis, na vida politica não faz sentido não renovar.
A reunião magna do PSD-A, não foi o congresso da renovação, longe disso. Contudo, pode bem ter a virtude de permitir a César uma transição de poder tranquila, a verdadeira renovação.
Tudo na mesma, como a lesma
16 de dezembro de 2005
País eventual
PS. Já há algum tempo que Medeiros Ferreira e os seus co-bloggers decidiram acabar com os comentários num dos mais frequentados e melhores blogues portugueses. Tive pena mas compreendo a decisão, afinal, pelas mesmas razões, também já passei por fases em que me apeteceu mandar os comentários à vida.
14 de dezembro de 2005
É Hoje...
Aeroportos
13 de dezembro de 2005
É tudo uma questão de altura...
Nesta "Ilha da Coesão", onde se deixou degradar um ginásio de enorme valor arquitectónico ao ponto de ter que ser demolido e no lugar do qual se construiu uma armazém de chapa onde se treinam e jogam algumas modalidades. Nesta Ilha que tem um Ginásio integrado numa EBI e onde se têm realizado jogos do campeonato nacional de Andebol, faltava uma infra-estrutura de grandes dimensões para lançar em ano de eleições. Então, vai dai, inventa-se a necessidade de um parque desportivo. Será de somenos importância lembrar que se vai construir um novo campo de futebol, numa Ilha onde, há anos a esta parte, desapareceu o futebol federado. Já sei! Não é preciso dizer! É o novo campo que vai fazer ressurgir o futebol na Ilha. Admito.
Mas grave não é fazer-se uma obra de regime que hipoteca as finanças da autarquia para os próximos 3 a 4 anos, impossibilitando o novo executivo camarário de fazer seja o que for mais. Até compreendo, já que, havia que aproveitar este Quadro Comunitário de Apoio que está a chegar ao fim.
Grave mesmo é o facto do pavilhão coberto que está em fase de acabamentos não ter a altura regulamentar para receber jogos oficiais na disciplina de voleibol. Cabe na cabeça de alguém construir-se um pavilhão, de raiz, em pleno século XXI, que vai custar uns milhões de euros e onde não se possam fazer eventos oficiais numa disciplina com tradições nas nossas Ilhas, como é o voleibol? Coube na cabeça dos projectistas, do dono da obra e da empresa que a fiscalizou. É tudo uma questão de altura. De falta de políticos à altura de governarem os dinheiros públicos.
Cito um experiente político da nossa Praça: "O dinheiro na mão de certos autarcas é pior que droga na mão de traficantes". Isso para logo me lembrar de citar pela enessima vez um conhecido blogger da nossa praça."Merecíamos políticos melhores".
200 000 (duzentos mil)
São 1254 posts, em cerca de 540 dias de existência, ou seja uma média de 2 posts por dia e milhares de comentários.
Bem sei que esta coisa da estatística é a ciência pela qual se demonstra que, tendo o excelentíssimo leitor almoçado alarvemente dois frangos assados e estando eu ainda em jejum, se pode concluir que cada um de nós comeu um frango. Contudo, não deixam de ser indicadores que me ajudam a estar aqui a atirar os dedos para o teclado quase todos os dias a pensar em si, em mim e no mundo que nos rodeia.
Fazer um post sobre as 2000.000 visitas, directamente da Ilha de Santa Maria - onde estava quando dei inicio a este espaço - tem para mim um significado muito importante. Foi a Ilha que me viu chegar em 1987 e que me adoptou, onde me sinto como em casa, onde tenho amigos e inimigos, mas muitos mais amigos do que inimigos.
12 de dezembro de 2005
Mais um aviso do Tribunal de Contas
Jorge Sampaio dizia, a respeito da justiça, que não "basta mudar os protagonistas". Pois é em relação aos restantes órgão de soberania, nomeadamente ao governo, parece que também só mudaram os protagonistas, as trapalhadas continuam as mesmas. Que estado social é este que não tem dinheiro para subir as pensões e que nos obriga a trabalhar até aos 65 anos e esbanjam milhões em projectos com "tara perdida".
11 de dezembro de 2005
Direitos e deveres civicos
10 de dezembro de 2005
Richard Pryor

Morreu hoje aos 65 anos de idade vitima de esclerose múltipla.
Richard Pryor, foi um dos melhores actores cómicos do século 20.
Desde 1991, altura em que lhe foi diagnosticada a doença e em que rodou o seu último filme,"Another You",que Pryor lutava contra a doença, embora o seu corpo debilitado pelo excessivo consumo de álcool e drogas se entregasse progressivamente.
Aurora só para alguns.
O Sol não nasce para todos. À frente do sol desta manhã vejo torres de apartamentos que foram construídas em cima de terrenos comprados com os nossos impostos e com infra-estruturas igualmente pagas pelos contribuintes.
Pergunto: Quem é que vive nestas casas que são uma espécie de habitação social para uma classe média? De quem são os carros estacionados no parque? Tudo isso pertence à tal classe média, a única que tem acesso ao dinheiro barato para compra de casa própria construída com os impostos de nós todos, mas que passa a vida a queixar-se do Estado. Podem dizer-me que são coisas do passado. Direi que não, direi que o sistema tal como está agora é tão ou mais injusto do que era no tempo em que estas torres foram construídas e vendidas. Num sistema bancário, todo ele protegido pelo Estado em nome da regulação do endividamento das famílias, protege-se quem tem em detrimento de quem precisa. Muitas vezes, são os que menos acessos têm ao crédito que melhores intenções têm em relação ao cumprimento das suas obrigações. Pagam rendas por aluguer de casa a agiotas, quase sempre superiores ao que seria a mensalidade do empréstimo recusado. Se este é o Estado social que quereis, então estamos conversados.
9 de dezembro de 2005
8 de dezembro de 2005
Estado laico mas nem por isso
7 de dezembro de 2005
É hoje ...
O filho-da-puta
6 de dezembro de 2005
"Merecemos politicos melhores"
No Outono da minha vida só me faltava ouvir mais essa.Só me apetece dizer que este Sr. Director Regional sabe bem do que fala porque fala do que está nos livros. Contudo, não tem a mínima noção do que é que custa ser empresário em Ilhas como as nossas governadas por políticos com baixa formação na área empresarial e de baixa formação cívica bem como de fraca estrutura psicológica para serem governantes. Enquanto ter lucros e ganhar dinheiro for olhado com desconfiança pelos governantes nem a Região nem o País vão a lado algum. Esta Região (governo) não merece os empresários que tem. Por isso, há cada vez menos gente a querer investir e a querer criar o seu próprio posto de trabalho. Todos os dias, todos rigorosamente, sai uma nova legislação a criar burocracia para as empresas. Não me venham falar da necessidade dos empresários inovarem quando a administração pública, nacional e regional, é obsoleta, cheira e mofo e é incapaz de agilizar procedimentos.
5 de dezembro de 2005
Cartelização?
Grande parte do pescado colocado à venda esta manhã na lota de Ponta Delgada ficou por vender. Em causa está uma espécie de greve de compradores que acusam a Lotaçor de ineficácia no processo da primeira venda e os pescadores de falta de rigor na classificação do pescado. Na verdade, desde a entrada em vigor da nova lota provisória (já lá vão duas) que os compradores não têm acesso aos lotes de pescado que estão a ser vendidos. Embora essa seja forma mais higiénica de vender e comprar pescado, torna-se difícil avaliar a qualidade de todo o peixe que se encontra num lote.
Assim, o comprador terá que confiar na classificação efectuada pelo pescador e pela inspecção veterinária que compete às entidades oficiais. Hoje, mais uma vez, os principais prejudicados foram os pescadores que viram o produto do seu trabalho ficar por vender, mas também a eles terão que ser imputadas responsabilidades numa mais séria e eficaz escolha e classificação do pescado.Aviso
4 de dezembro de 2005
A retoma da estratégia
Hoje há 25 anos
3 de dezembro de 2005
Gestor do ano?
Factos 11 e o erro que beneficiou o BE
Foram precisos quase dois meses para que a noticia viesse a público. Imaginem se fosse ao contrário, o "cagaçal" que já não teriam feito os "anacletos".Está tudo na factos nº 11, a única revista de grande informação publicada nos Açores.
Já nas bancas.













