31 de janeiro de 2005

Todos diferentes todos iguais

O meu amigo António (nome fictício, história verídica) é um empresário de sucesso no ramo das instalações eléctricas. Socialista dos 4 costados, um dia destes queixou-se que a EDA-Electricidade dos Açores lhe estava a fazer concorrência desleal através da sua subsidiária SEGMA. Nada mais verdadeiro. Não percebo é porque razão o meu amigo António ainda é socialista. É que nos socialismos, puros, o António é que não pode ser empresário.
Na verdade, a EDA através das suas subsidiárias SEGMA e GLOBALEDA, faz concorrência ao sector privado, sem que isto se tenha transformado numa melhoria dos serviços prestados, pelo contrário. Não entendo é o silêncio da CCIA-Câmara do Comércio e Indústria Dos Açores e da AICOPA-Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras públicas dos Açores. Ou melhor, eu percebo, não quero é acreditar. Será que o Silencio da CCIA tem a ver com uma espécie de pagamento pelas regalias recebidas da Secretaria Regional da Economia com a realização das Feiras? Ou serão favores directamente pagos aos interesses da Investaçor e do Sr. Horácio Roque?

E o silêncio da AICOPA? Bem, aí o caso é mais interessante. O Presidente da AICOPA também sofre concorrência desleal da SEGMA. Então porque é que está tão calado? Só se for pelo facto da sua empresa ser uma das privilegiadas nas empreitadas da EDA? Será?

30 de janeiro de 2005

O blogue do meu sobrinho

O meu sobrinho mais velho, tem 14 anos e criou um Blogue, o "Fora de Jogo". Ainda há dias andava com ele ao colo e já tem um blogue.

É verdade que é um blogue sobre a bola, mas pronto já é um principio. Especialista em assuntos do futebol, com sub especialização em assuntos do Benfica, esperam-se muitas e boas postas do Martim Almeida e Sousa. Força.

S.Lourenço-Santa Maria-Açores

28 de janeiro de 2005

Manobra de diversão

No debate de ontem na RTP-Açores, o Dr. Ricardo Rodrigues chamou-me mentiroso quando o acusei, a respeito da Zona Económica Exclusiva, de estar a defender uma coisa contrária ao que havia considerado bom anteriormente e insinuou que eu estava a usar conversas privadas trazendo-as para a Praça pública. Que o candidato do PS era fraco de memória nós já sabíamos, que é um especialista em manobras de diversão, eu também já sabia, agora ficam todos a saber quem é o mentiroso.
Aqui fica um excerto das palavras proferidas por Ricardo Rodrigues à TSF e transcritas no Açoriano Oriental a 14 de Outubro de 2003.

Em declarações à TSF/Rádio Açores, o secretário regional da Agricultura e Pescas, Ricardo Rodrigues, afirmou que "atendendo à ameaça que constituía a liberalização dos mares, pensamos que este acordo não foi mau. No entanto, dentro do que era a nossa reivindicação das 200 milhas ficámos aquém das nossas expectativas". O secretário da Agricultura e Pescas enalteceu o "bom relacionamento" entre o Governo Regional e o da República na fase decisiva das negociações.

A hipocrisia de Ricardo Rodrigues vai ao ponto de, depois de proferir estas palavras e de saber que pouco mais há a fazer, usou meios da Região para encetar uma acção de propaganda mediática e demagógica que está a servir de arma de arremesso politico, intentando uma acção judicial contra a Comissão Europeia. Autêntica manobra de diversão, que durará alguns anos a ficar resolvida, se é que a Região não a irá retirar entretanto e nessa altura já ninguém se lembrará.
Foi assim em tempos que o Sr. Dr. Ricardo Rodrigues fez com o sistema eleitoral dos Açores. Num acto de cidadania de elogiar, levantou o problema da inconstitucionalidade do sistema, intentou judicialmente, fez o anúncio público dessa intenção, apareceu nas televisões e nos jornais e depois retirou a acção, ou não chegou a pôr, e nem mais uma palavra.
Caro Dr. Ricardo Rodrigues, o mentiroso, ontem foi o Senhor. Se for um homenzinho peça-me desculpa publicamente.

27 de janeiro de 2005

Hoje há 104 anos

A 27 de Janeiro de 1901, morreu Giuseppe Verdi. O autor das famosas operas Aida, Rigoletto, Otello, Macbeth, Simão Bocanegra, entre outras. Morreu em Itália depois de ter vivido em Paris e Londres. No regresso, 1870, começou a trabalhar na Aida, opera que ofereceu à Cairo Opera House, como forma de marcar a abertura do Canal de Suez. Já em Milão, onde viria a falecer compôs Falstaff de Shakespeare.
Morreu nessa mesma cidade, rico, autoritário como sempre havia sido mas com uma sensibilidade social e caritativa impares que faziam dele uma das pessoas mais visitadas da cidade.
Além de músico, Verdi foi também político. Lutou pela unificação da Itália. O seu nome foi mesmo utilizado pelos adeptos do resorgimento, como slogan de campanha pintado pelas paredes de Roma. Os partidários do movimento de unificação da Itália escreviam, assim, pelas paredes o nome de Verdi, tendo como signicicado um apelo à unificação e à entronização daquele que viria a ser p primeiro Rei da Itália unificada.
Vittorio
Emanuele
Rei de
Itália.
Não posso ir além dessa minha singela homenagem a Verdi, perdoem-me os que sabem dessa poda a minha intromissão. Provávelmente este post encerra alguma imprecisão pois foi escrito apenas fundamentado nas memórias que guardo, de conversas com uma amiga especialista no assunto (a melhor especialista no assunto).
peço, por isso, perdão.

E a EDA?

Polícia Judiciária investiga Sata. Em causa estarão, alegadamente, abusos com o uso indevido e abusivo de ajudas de custo.
Então e a EDA? Também está sob investigação?

Ecce Homo

Estou deveras impressionado com a preocupação dos meus amigos e inimigos com esta minha ausência. Não sei se repararam mas até a minha mulher comentou. É verdade a "Lolocas", nick pelo qual a minha encarregada de educação é conhecida entre os familiares e amigos, a certa altura, estranhando a ausência de telefonemas para casa foi ao blogue. Estava certa que iria encontrar uma dezena de postas e inúmeros comentários, julgou-se traída pelo blogue. Eis senão se depara que a blogosfera também procurava o marido e exclama: "Afinal não somos as únicas votadas ao silêncio!... O tempo realmente anda escasso pelos lados de Santa Maria. É muita areia! Beijos, Lolocas". Acertou em cheio, estive muito ocupado, desde Sábado que não tenho tido tempo senão para colocar uma posta de circunstância e para dormir, mas pouco, dormir rápido e concentrado, apenas.
Estive, de facto, muito ocupado com a descarga de areia em Santa Maria, actividade que não me permite muito tempo para navegar, para ler e para ripostar. Por isso, optei por não comentar.

Caro Abel, o Gusmão foi-se mesmo embora, irá trabalhar para o Partido da Andorinha. As voltas que o Homem dá. Ele que foi contra Manuel Monteiro no Congresso de Braga, agora é todo Monteirista. Vivam as cambalhotas. Quanto a quem serão os outros, meu caro, não sei, agora trataremos das legislativas e logo se verá.

Meu caro primo João Nuno, eu não amuo, não me vou abaixo com qualquer coisa, já me devias conhecer um bocadinho melhor.

Caro ToZé, apeteceu-me, de facto, escrever sobre os assuntos que levantaste, mas era humanamente impossível. Nestes dias, de Sábado até hoje, mal ouvi noticias e mal tive tempo para fazer a barba. Principalmente a questão que envolveu o discurso de Jorge Sampaio, é importante escalpelizar. Contudo, ainda nem ouvi as palavras dele. Tenho promessa de ter a cassete ainda hoje. Assim, talvez amanhã já possa escrever qualquer coisa sobre isso.
De resto, Santa Maria está linda, como sempre, mas continua a viver de quimeras vãs e de coisas velhas, bugigangas do passado.

25 de janeiro de 2005

Choque de Gerações-Equipa

Porque hoje é Terça-feira

Não! Nunca é demais lembrar que hoje pelas 21h30 m na nossa RTP-A passa mais um "Choque de Gerações". Desta feita e sempre com a mediação do Joel Neto. A agricultura nos Açores e a cidadania nos Açores, em Portugal e no Mundo, serão os temas comentados por Miguel Monjardino, Maria da Graça Silveira e Armando Mendes.

Maria da Graça Silveira, irá revelar-nos uma sua descoberta

Teremos ainda as habituais rubricas
Reportagem: Nuno Costa Neves.
Amor de estimação: Alexandre Borges.
Ódio de estimação: Luís Filipe Borges.

Pela primeira vez, toda a equipa do "Choque de Gerações", com excepção da minha pessoa (por razões profissionais), esteve reunida entre gravações. Tive pena de não estar presente. Muita pena mesmo.

Assistam e comentem aqui, mais esta edição do melhor programa da RTP-Açores do momento.

24 de janeiro de 2005

Santa Bárbara-Santa Maria-Açores

Nos últimos dias os relógios têm andado muito rapidamente. Peço-vos desculpa por não estar mais presente mas tenho a vida feita numa turbina, com imensos trabalhos para acabar e que exigem a minha presença. Estou na lindíssima Ilha de Santa Maria, chamam-lhe Ilha amarela. Olho à volta e só vejo o verde das encostas do Pico Alto e o azul acinzentado do céu reflectido no mar.
Santa Barbara é, de todas, a freguesia que guardo no meu coração. Aos de lá chamam-lhes labregos. Eu chamo-lhes homens livres. A freguesia não tem quase nada para além da igreja, um minúsculo café e uma mercearia com pretensões a minimercado. Santa Bárbara não está coberta por nenhuma rede de telemóvel, não tem ADSL nem sequer uma casa de Povo. Santa Bárbara, a dez minutos de Vila do Porto é hoje tão ultra periférica como o era há 30 ou 50 anos atrás. Dela partiram quase todos em busca de novas vidas em terras do tio Sam, ficaram os que estavam agarrados à terra e os que não tiveram sequer coragem para partir. Santa Bárbara ficou cada vez mais pobre e velha.

21 de janeiro de 2005

Coisas que ouço na rua

Um sábio, daqueles com "saber de experiência feito", abeirou-se hoje de mim e disse: Caro Barata tu é que vais falar pela gente, lá no Parlamento, não é aquele pequeno que andou no seminário, aquilo não é boa rês. Já diziam os antigos "seminarista que não chega a padre , nem para amigo nem para compadre". Boca Santa!

Há dias assim!

O meu relógio, hoje, andou mais rápido do que o costume. Foi um dia sem tempo para mim e para vocês.

20 de janeiro de 2005

Para todas as minhas amigas

Poemas para todas as mulheres

No teu branco seio eu choro.
Minhas lágrimas descem pelo teu ventre
E se embebedam do perfume do teu sexo.
Mulher, que máquina és, que só me tens desesperado
Confuso, criança para te conter!
Oh, não feches os teus braços sobre a minha tristeza não!
Ah, não abandones a tua boca à minha inocência, não!
Homem sou belo
Macho sou forte, poeta sou altíssimo
E só a pureza me ama e ela é em mim uma cidade e tem mil e uma portas.
Ai! teus cabelos recendem à flor da murta
Melhor seria morrer ou ver-te morta
E nunca, nunca poder te tocar!
Mas, fauno, sinto o vento do mar roçar-me os braços
Anjo, sinto o calor do vento nas espumas
Passarinho, sinto o ninho nos teus pêlos...
Correi, correi, ó lágrimas saudosas
Afogai-me, tirai-me deste tempo
Levai-me para o campo das estrelas
Entregai-me depressa à lua cheia
Dai-me o poder vagaroso do soneto, dai-me a iluminação das odes, dai-me o [cântico dos cânticos
Que eu não posso mais, ai!
Que esta mulher me devora!
Que eu quero fugir, quero a minha mãezinha quero o colo de Nossa Senhora!


Vinicius de Moraes


Anjo mudo e surdo

Caro Pedro
Falamos de coisas diferentes e da mesma coisa.
Vamos aos factos e aos argumentos.
Em primeiro lugar, gosto pouco de comparações, existimos como Região Autónoma, na minha leitura e intenção, para sermos diferentes e melhores, não para sermos iguais, aos outros, Algarve, Templários, Brasil ou "Conxichina".
Julguei ter sido esclarecedor no meu primeiro "post" sobre que tipo de estratégia que defendo. Acho que devemos vender o destino Açores num conjunto. Embora admita que possam existir ofertar diferenciadas. Faz, por exemplo, sentido vender São Miguel com o complemento Santa Maria, ou Santa Maria como extensão de São Miguel. Faz, por exemplo, sentido vender a Terceira com uma extensão designada Graciosa. Faz sentido, por exemplo, vender o Chamado triângulo, Faial Pico São Jorge. Contudo, faz muito mais sentido vender AÇORES como marca.
Se bem tens seguido o Foguetabraze, os problemas do turismo como actividade emergente e segmento importante da nossa economia, têm sido aqui tratados de forma bastante séria e aturada, até com algumas criticas vindas de quem não percebe nada da poda.
Eu continuo a achar que se deve promover a marca Açores e não esta ou aquela Ilha este ou aquele concelho e cuidado com o turismo ambiental, não é o que muitos pensam.
Na minha opinião de cidadão preocupado, interessado e com responsabilidades ao nível da cidadania, acho que devemos apostar em vários segmentos de mercado.
Neste momento os Açores vivem de dois mercados, o Continental e o Nórdico. Por hora os operadores estão muito contentes pois ao invés de 2003 em que o mercado nacional teve uma quebra grande, estes dois mercados estão em alta. Uma região não sustenta um sector dependendo exclusivamente destes dois mercados, há que diversificar, pois ao haver uma crise num deles perdemos um segmento importante.
Para diversificar, são necessárias estratégias concertadas com as companhias de aviação. Por exemplo, com a SATA, que deverá ter um ou dois voos regulares por semana para os USA e Canadá. Destes dois mercados, até há bem pouco tempo, chegava-nos o turista da saudade, este mercado está em queda muito acentuada, sendo por isso necessário investir na captação de turistas norte americanos que não apenas os emigrantes e seus familiares de segunda e terceira gerações.
Além dos mercados nórdicos que já estão trabalhados, há que trabalhar outros mercados frios, com economias emergentes, como são o caso dos mercados dos países da ex-união soviética.
Para uma promoção eficaz será necessário investir nos chamados MICE, Meetings, Incentives, Congresses and Events. Estes quatro conceitos não poderão ser levianamente tratados. Para isso, é necessário usar canais e marcas consolidadas no mercado, A TAP, goste-se ou não, é uma dessas marcas, o ICEP, goste-se ou não é um desses canais, será certamente necessário inventar outros.
Finalmente, é preciso vender os Açores com profissionalismo e não o fazer como quem vende batatas no Mercado da Graça.
Fico-me por aqui que o tamanho deste "post" irá já desencorajar muita gente de o ler.

O Foguetabraze feito pelos seus leitores

Gostei, bastante, do "post" sobre a BTL, nomeadamente por ser um exemplo concreto do modelo (familiar?) que triunfou na Autonomia açoriana. Torna-se cómico sentir - pena é o dinheiro que custa a quem paga impostos - as loucuras competitivas, caseiras, de interesse, negócios de raiva, favor que são feitos em torno das fogueiras das vaidades insignificantes, de aldeia. No entanto, para mim o pior é que não existe, em tantos anos de alegada Autonomia, uma opinião pública açoriana informada, culta, crítica. Temos, infelizmente, uma massa popular (em todos os estratos da sociedade) que apenas se revê no modelo da esperteza, do golpe, da briga de taberna para uma pequena vantagem: o modelo dos pavilhões! Nem mais.

Texto recebido por e-mail de um leitor identificado perante mim. Se ele quiser que saibam quem é, eu direi. Contudo, achei o texto bem ao jeito do que eu gosto de escrever e mais bem escrito do que eu uso fazer. Por isso, aqui fica.

19 de janeiro de 2005

Quando o Anjo do Mundo devia ter sido Anjo mudo

Caríssimo Pedro

Não se tratam assuntos desta importância à distância de um click. Eu explico. Insinuas que eu tratei o assunto sem o conhecer, ou seja, "a vole d'oiseau" . Ao invés, para ti bastou um ckick no sitio da BTL para saberes tudo. Toda a sabedoria com um click. Isso poderia ser um bom slogan para um servidor ou para um motor de busca. Não! Tu ficaste a saber tudo numa conversa de alcova (legitima claro).
O meu post, em poucas palavras diz tudo. As câmaras de São Miguel estão, de facto, com um stand no Cú do Judas dos pavilhões da BTL e se para ti ficar ao lado da Madeira é bom, para mim nem por isso. Basta visitares a feira ou consultares uma planta para veres onde estão.
No meu post, está também, bem escarrapachada a minha opinião sobre o que interessa, a estratégia que deve ser única e concertada e sem "politiquices", afinal não estamos a falar de património político nem do PSD nem do PS, estamos a falar dos Açores e do seu futuro. Tudo isso não passa de uma "guerrinha" entre Duarte Ponte e Berta Cabral e nós a pagarmos.
Antes de escrever o post a que te referes, ao contrário de muitos outros que, de facto, podes dizer foram escritos em cima do joelho, tinha acabado de ter uma conversa bem longa com dois operadores turísticos, dos mais importantes, da Ilha de São Miguel. Parece que a Drª Berta Cabral e o Prof. Duarte Ponte não tiveram conversa similar. Porque se a tivessem tido, e em tempo útil, provavelmente as suas estratégias seriam outras e bem mais eficazes.
Estamos perante "politiquice", protagonizada por duas pessoas muito teimosas e isto é mau para todos nós.

Ora nem mais

Em Fevereiro próximo, aqui nos Açores, vamos ter mais uma daquelas eleições "sem sabor", em que a nossa contribuição para o objectivo principal é - para não dizer nula - diminuta!Pode mesmo acontecer a quem for votar na última hora, que, querendo, o possa fazer já com o conhecimento quase exacto do resultado daquilo que de facto está causa.Quem habitualmente vota levado pelo marketing partidário, para variar, tem uma oportunidade de exercitar um voto em sentido divergente ao das maiorias dominantes; basta para isso colocar a ênfase no candidato, na sua real possibilidade em vir a ser eleito, e sendo-o, no modo como irá exercer o cargo. Bem vistas as coisas, não é o voto dos açorianos que vai decidir a eleição do próximo primeiro-ministro!

18 de janeiro de 2005

"Politiquice"

As Câmaras de São Miguel entenderam promover os seus concelhos na BTL numa estratégia desconcertada dos restantes Açores. O Stand dos Açores fica numa das melhores zonas da feira, o das Câmaras de São Miguel fica "in judas ass".
Esta estratégia só se explica por "politiquice". As câmaras respondem à "politiquice" de Duarte Ponte, com mais "politiquice" liderada pela incansável Berta Cabral. E de "politiquice" em "politiquice" lá vamos nós cantando e rindo convencidos de que somos gente e que vamos desenvolver o turismo nas nossas Ilhas.
Esta é uma má estratégia, uma estratégia bairrista e comezinha. É caso para dizer que "merecíamos políticos melhores".

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