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12 de janeiro de 2008

Os medos do PS-Açores

Mota Amaral dizia que, enquanto Presidente do Governo Regional, conferenciava consigo na qualidade de Presidente do PSD/Açores. Chegou mesmo a dize-lo publicamente.
Neste particular, César diverge bastante do seu mentor político. Na verdade, Cesar Presidente do Governo não liga "patavina" ao Cesar Presidente do PS nem sequer liga ao próprio PS.
Pela segunda vez,, Carlos Cesar cancela um grande evento partidário com recurso a fracos argumentos,desta feita com desculpas atabalhoadas pelo Vice-presidente Sérgio Ávila. O primeiro foi com medo da chuva, o segundo com medo não se sabe bem de quê. Oficialmente, estava em causa a agenda governamental (do croquete talvez). Por outro lado, no dizer do próprio Governo (não deveria ter sido um comunicado do PS?) estão em cima da mesa negociações com o Largo do Rato sobre o futuro de Cesar e do PS-Açores (estranha autonomia a nossa).
Convenhamos. Carlos Cesar não precisa de Sócrates para coisa alguma, nem precisa do PS-Açores, precisa, única e simplesmente, do apoio que tem, inequivocamente, há mais de 10 anos, da grande maioria dos Açorianos, dos grupos de interesse, dos media, dos pedintes do colarinho branco e dos instalados à mesa do orçamento.
Então porquê a espera e tanto cancelamento junto? Medo. Medo do vazio, Cesar receou um Pinhal-de-Paz sem gente por causa da chuva ( OPS-Açores e o Povão responderam, mesmo assim, à chamada) e receou que a coisa corresse mal em Angra por já toda a gente saber qual era o anúncio que ia fazer. O Cesar Presidente do Governo é querido e por isso, auto-confiante, atrevido, político. O Cesar Presidente do PS-Açores, tem fantasmas na cabeça, não existe.

2 de dezembro de 2007

50anos50

O Agrupamento 107 do Corpo Nacional de Escutas completa hoje 50 anos de existência.

Sir Robert Stephenson Smith Baden-Powell o fundador do escutismo.
Muitos e bons momentos passados na velha sede da Rua Do Pedro Homem. Muitos e bons momentos nos diversos acampamentos de verão, nas Sete Cidades, no Pinhal da Paz, nas Calhetas, nas Furnas e em muitos outros lugares. No 107, cresci e aprendi muito do que sei hoje sobre trabalho em grupo, liderança e animação social. Perdi o contacto com o escutismo nos anos 90, nãol sei como evoluiu, o que é hoje, qual o nível de participação. Sei, no entanto que, naquele tempo, era um movimento muitíssimo importante para a a juventude de Ponta Delgada.


Sempre Alerta para Servir

9 de setembro de 2007

Boda molhada, boda abençoada.

Hoje, socialistas, “súcias” e “chuchalistas”, juntam-se numa mega festa no Chão da Lagoa, perdão, no Pinhal da Paz. Camionetas, automóveis , carrinhas, tudo serviu para levar gente à mega festa do PS, tal qual se faz na Madeira de Jardim. Só lá faltaram as barraquinhas das secções de Freguesia, como no Chão da Lagoa, mas isso é apenas pelo facto do PS-Açores não ter implantação local e porque, nós Açorianos, não somos bem iguais aos madeirenses.
Cá me importam as relações da Somague com o PSD do tempo do Dr. Durão Barroso.
Vivam os métodos indiciários.
E os sinais exteriores de riqueza?
Niguém se admira do facto do PSD arrancar o novo ano político com uma singela e “baratucha” subida ao Pico e o PS faz a sua rentrée com uma mega festa com um mega orçamento?
Nem São Pedro e o Inverno quiseram faltar ao arraial.

4 de março de 2007

Aprender com Bruxelas.



O Senhor Secretário Regional da Presidência, Dr. Vasco Cordeiro, que é um dos poucos membros do Governo dos Açores que ainda merece o meu respeito, anda a ficar ligeiramente anafado (gordo mesmo). São muitas horas de gabinete. Os gabinetes tolhem a mente e alargam o corpo.
Deixo-lhe aqui um convite público para fazer uma incursão pelo centro da Ilha para ver a quantidade de coisas que temos que aprender com Bruxelas. Farei de guia, com muito prazer, tal como fiz hoje com um casal amigo nas imediações da Reserva Florestal de Recreio do Pinhal da Paz, onde nos deparamos com vários cenários com o acima retratado.

7 de outubro de 2005

Dois pesos e duas medidas

Andaram por ai uns avençados defensores do Partido Socialista e do Governo e detractores da "Dama de Folheta" e de todo o resto que mexa à direita deles, a criticar a autarca de Ponta Delgada por causa do projecto do novo Parque da Cidade ali para os lados do Pico do Funcho. Diziam então (pena não me lembrar quem foi e não ter tempo pata andar nos arquivos dos blogs à procura) que não fazia sentido mais aquela infra-estrutura naquela zona por estar muito próxima do Pinhal da Paz e estar-se a recuperar o Jardim António Borges. Essa era a teoria dos tais avençados -com a qual não concordo - e que agora nada dizem sobre a intenção de "Més Zé Contente" construir uma zona verde a pouco mais de dois Km da tal do Pico do Funcho e quase tão próxima do Pinhal da Paz como a outra. São os critérios dos avençados do PS de serviço na blogosfera.

Já agora e para que conste eu sou a favor do parque da Cidade no Pico do Funcho e do Parque Açores XXI nas Laranjeiras e de todos os parques e zonas verdes requalificadas que se possam construir nos arredores de Ponta Delgada. Venham mais. Só foi pena que ali para os lados dos prolongamentos da Avenida e da Via Litoral para a Relva não tenham sido criados espaços dessa natrureza. Também é lamentável que na Canada do Henriquinho, o mesmo "Més Zé Contente" em vez de uma Zona verde tenha feito um Jardim de betão, daqueles que o candidato do PS à Câmara de Ponta Delgada diz não querer e critica à politica da ?Dama de Folheta?.
É caso para citar, mais uma vez, o amigo Pedro Arruda, merecíamos políticos melhores, até na blogosfera.

5 de outubro de 2004

Sem máscaras

De facto merecíamos políticos melhores. A verdade, porém, é que temos que escolher entre uma maioria parlamentar que sustente um governo chefiado por Carlos César em contra-ponto com uma outra que garanta um executivo dirigido por Vítor Cruz.
Ao contrário do que é costume a maioria das pessoas dizerem, eu gosto de campanhas eleitorais. Nelas, caem as máscaras dos politiqueiros, caem a poses de Estado dos falsos estadistas, aparecem os interesseiros politiqueiros em busca de "tacho". Contudo, também há daqueles que fazem política por convicção, por estarem sempre prontos a prestar um serviço público, que apresentam ideias e soluções.
Esta campanha, também por culpa da imprensa, tem se pontuado por um nível demasiado baixo. Arregimentam-se as tropas para "comer dado" ou para ouvir um qualquer grupo musical ou cantor popular. Dão-se sopas a pobres e a velhos e chamam-se-lhes idosos e desfavorecidos. Enfim, não é a blogosfera que atravessa uma fase mais hipócrita, é a Região, são os seus políticos, os de sempre e os de agora, os que encaram a política como um serviço e os que dela se usam para subsistir. Esquecem-se, alguns, que o poder é efémero e a politica é um lugar onde apenas se vai de passagem.
Na minha opinião, quem começou da pior maneira possível a pré campanha foi o PS do Sr. César e do seu inseparável amigo e eminência parda "Happy Jo", com o comício do Pinhal da Paz, uma inspiração Jardinista do tipo Chão da Lagoa, onde levantou a questão das queixas a Bruxelas. Foi execrável. A coligação, em vez de agir, reagiu e fê-lo da pior forma, fazendo do mesmo e mais forte ou seja, mais baixa politica como resposta a baixa politica.
Não morro de amores pela coligação, não vou à missa com o Dr. Gusmão nem gosto de políticos sem sal como Vítor Cruz ou demasiado cerebrais como Alvarino Pinheiro, mas prefiro que ganhem estes do que se repita a vitória dos outros. Em nome da alternância e da moralização do sistema, para que não se entre naquilo que os Açores entraram com Mota Amaral, Natalino de Viveiros e Adolfo Lima a partir de 1992.
Oito anos é tempo mais do que suficiente para se levar um projecto ao fim e passar o testemunho a outros. Bem sei que ficaram alguns projectos por acabar, não obstante as dividas pagas pelo amigo Guterres e a lei de finanças regionais. Contudo, mais do que oito anos no poder, numa democracia feita, ainda, de medos e com o poder económico e financeiro praticamente centrado no Governo Regional e nas empresas públicas, onde em algumas Ilhas não há alternativa de emprego estável que não sejam esses mesmos serviços públicos, empresas públicas e câmaras municipais, começa a ser perigoso.

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