Berta Cabral assumiu, finalmente, a sua candidatura à presidência do PSD. Pela frente tem um trabalho de grande responsabilidade. O PSD é um partido do arco do poder e com enormes responsabilidades, para o bem e para o mal, na construção da autonomia regional e do regime político instalado na Região depois de 1974.
Pela frente tem, portante, não apenas a responsabilidade de unir o partido mas, principalmente a de o refundar,reconstruir, reconverter e fazer crescer.
O PSD de Berta Cabral tem que ter a coragem de se reafirmar ao centro-direita do espectro politico Açoriano, liberal na economia qb, conservador bastante no que aos costumes da nossa gente concerne, aberto à sociedade o suficiente para se reavivar e renovar.
O PSD dos ressabiados do fim do amaralismo e os sucessivos derrotados nas lideranças de Dâmaso, Neves X2 e Vitor Cruz, têm que perceber que o seu tempo passou e o seu lugar é no banco dos suplentes e só em caso extremo de necessidade.
Berta Cabral tem a oportunidade que o PSD precisa para se refrescar, resta saber se será capaz, corajosa, para romper com esse passado que tem levado o PSD ao descalabro eleitoral e ao quase descrédito público.
O timing é perfeito. Ninguém vai exigir a Berta Cabral que o PSD ganhe as legislativas, e as europeias, e ninguém de bom-senso acredita que possa perder as autárquicas. Berta Cabral tem o caminho aberto até 2012 onde, com ou sem César, será vencedora.
Pela frente tem, portante, não apenas a responsabilidade de unir o partido mas, principalmente a de o refundar,reconstruir, reconverter e fazer crescer.
O PSD de Berta Cabral tem que ter a coragem de se reafirmar ao centro-direita do espectro politico Açoriano, liberal na economia qb, conservador bastante no que aos costumes da nossa gente concerne, aberto à sociedade o suficiente para se reavivar e renovar.
O PSD dos ressabiados do fim do amaralismo e os sucessivos derrotados nas lideranças de Dâmaso, Neves X2 e Vitor Cruz, têm que perceber que o seu tempo passou e o seu lugar é no banco dos suplentes e só em caso extremo de necessidade.
Berta Cabral tem a oportunidade que o PSD precisa para se refrescar, resta saber se será capaz, corajosa, para romper com esse passado que tem levado o PSD ao descalabro eleitoral e ao quase descrédito público.
O timing é perfeito. Ninguém vai exigir a Berta Cabral que o PSD ganhe as legislativas, e as europeias, e ninguém de bom-senso acredita que possa perder as autárquicas. Berta Cabral tem o caminho aberto até 2012 onde, com ou sem César, será vencedora.