28 de abril de 2011

Nova sondagem.

Depois dos visitantes deste blogue terem escolhido Carlos César como melhor candidato do PS às eleições de 5 de Junho e terem deixado Ricardo Rodrigues como terceira escolha. Depois de  terem escolhido Duarte Freitas, de longe, a melhor escolha do PSD deixando o também escolhido Mota Amaral a “milhas”, ficamos a saber que, pelo menos no que concerne à Blogosfera (o que não é de todo desprezível), as escolhas dos partidos não foram as mais acertadas. Os partidos são da sociedade civil mas estão longe de a compreender.
Fica agora uma nova sondagem, essa sobre a intenção de voto para o próximo dia 5 de Junho. Aqui os votos encerram a 5 de Maio.

27 de abril de 2011

Tragam uma dose reforçada de Kompensan S.

Ainda estou a digerir (mal) os quatro discursos das comemorações do 25 de Abril passado. E, nem fazeis ideia o que para aqui vai de azia. Sobe-me do estômago passa a válvula gástrica e arde-me no esófago até chegar à boca.
Deixando escapar Ramalho Eanes por ser o menos culpado do estado a que o Estado chegou e Mário Soares pelo adiantado estado de senilidade que aparenta, deixemo-nos ficar pelas duas últimas “aves-raras” que andaram por Belém a fingir que eram o que não são para que a gente acreditasse que o poderiam ser mas agora já não querem. Eu explico este arrazoado to tipo “Zézinha” Nogueira Pinto: Os dois últimos inquilinos do Palácio de Belém fingiram sempre exercer o magistério de influência e condicionar as decisões dos governos nas áreas mais sensíveis da governação. Fizeram-nos (a mim nunca) acreditar que isso era possível quando na verdade eles e alguns de nós sabíamos que a única arma que Presidente da República pode usar é a chamada “Bomba atómica” ou seja a dissolução do Parlamento, todo o resto é fingimento como aliás se viu claramente visto com Cavaco e os Gays.
Ouvir Jorge Sampaio, falar de bom senso, quando usou da tal poderosa arma de forma terrorista e contra um Parlamento devidamente constituído e com uma maioria estável, não só dá vontade de rir. Mas, ouvir o mesmo ex-Presidente apelar ao rigor, à austeridade e à unidade nacional em torno dos interesses das conta públicas depois de ter dito e redito que havia “vida para além do défice” não só é de rir como é de levar às lágrimas o mais insensível dos seres da terra.
 E que dizer de um Cavaco, vazio como sempre, sem qualquer habilidade e preparação para o cargo? Dizer, simplesmente que, não comemorar o 25 de Abril com os representantes do Povo é de uma grosseria anti-democrática inaceitável. Bons ou maus, mal educados ou assim assim, os Deputados que temos são os que foram eleitos directamente pelo Povo em eleições livres e por sufrágio secreto e universal, uma senão a mais importante conquista do 25 de Novembro de 1975 que nasceu a 25 de Abril de 1974.

24 de abril de 2011

Domingo de Páscoa.


Vale das Furnas-São Miguel-Açores





Igreja de Santana - Furnas- São Miguel-Açores





22 de abril de 2011

21 de abril de 2011

O Sr. lá sabe do que fala.

"Precisávamos de um homem com a inteligência e a honestidade  de Salazar"   afirma Otelo Saraiva de Saraiva de Carvalho, em entrevista que hoje pode ler no WEEKend do Negócios.

Sem comentários.

20 de abril de 2011

Na espuma dos dias que passam.

A pior das censuras é a auto censura, é essa que me atormenta a alma e me indigna mais do que o lápis azul.

19 de abril de 2011

Cambada de tontos.



'Tintin no Congo' no banco dos réus em Bruxelas notícia o Sol na sua edição on-line a propósito de uma acção judicial movida por um cidadão congolês  a residir em Bruxelas. Provavelmente o tal cidadão, no Congo, onde o racismo não existe, seria um cidadão muito mais feliz e próspero. Mas, qual missionário do século XXI, em grande sacrifício, o dito cidadão entendeu emigrar para a Europa central para nos transmitir os bons ensinamentos da praxis não racista congolesa. Vai dai descobriu que somos uns bonacheirões simpáticos com causas esdrúxulas e, em busca de um filão, de pronto aproveitado por uma dessas associações nascidas do jacobinismo e sem utilidade alguma, toca de tentar ir buscar uns “cobres” onde eles muito bem estavam a ser guardados e geridos, ao que se sabe, em prol de justas causas.
É obvio que “a sociedade Moulinsart, que detém os direitos, e as edições Casterman” agradecem profundamente a publicidade gratuita à obra de Hergé. Afinal, quantos de nós já não tínhamos esquecido aquela obra e fomos hoje, direitinhos à prateleira onde estava guardada. E quantos irão em sua busca aos escaparates das livrarias? Ora aí está uma boa sugestão para um fim-de-semana prolongado de Páscoa. Atenção, tenham cuidado, há em toda a obra de Hergé uma mensagem subliminar e oculta de teor homossexual.

18 de abril de 2011

Hoje há 169 anos nasceu o Santo Anthero.



Nasceu na Cidade de Ponta Delgada a 18 de Abril de 1842 um dos mais importantes filósósofos e poetas portugueses de todos os tempos e incontornável figura da qye ficou conhecida por Geração de 70.
Anthero Tarquinio do Quental ou o “Santo Anthero” como ficou celebrizado pelas palavras do não menos grande Eça de Queiroz.
 “Em Coimbra, uma noite, noite macia de Abril ou Maio, atravessando lentamente com as minhas sebentas na algibeira o Largo da Feira, avistei sobre as escadarias da Sé Nova, romanticamente batidas da lua, que nesses tempos ainda era romântica, um homem, de pé, que improvisava.
A sua face, a grenha densa e loura com lampejos fulvos, a barba de um ruivo mais escuro, frisada e aguda, À maneira sírica, reluziam, aureoladas. (…) parei, seduzido, com a impressão de que não era aquele um repentista picaresco ou amvioso, como os vates do antiquíssimo século XVIII – mas um Bardo, um Bardo dos tempos novos, despertando almas, anunciando verdades. (…). Palavras do grande escritor da Póvoa do Varzim, ditas em 1863, ano em que eternizou o mito do “Santo Anthero”.
Em Coimbra, Antero foi um académico, revolucionário e racionalista. Na Cidade do Mondego conviveu, influenciou e foi influenciado pelas mais importantes figuras da sua geração como Oliveira Martins, Ramalho Ortigão e o grande Eça de Queiroz.
Mais tarde, já em Lisboa, na senda da tertúlia de Coimbra, pertenceu a um grupo de intelectuais a que mais tarde foi dado o nome de Cenáculo e do qual faziam parte além dos amigos de Coimbra já citados, Manuel D’Arriaga, Batalha Reis, Germano Vieira Meireles, Salomão Sáraga e Teófilo de Braga.
A 11 de Setembro de 1891, em Ponta Delgada, junto ao Convento da Esperança entregou “ na mão de Deus na sua mão direita” o seu coração.


17 de abril de 2011

True Finns

O partido nacionalista finlandês True Finns, cujo líder e o candidato por  Helsínquia fizeram, na passada semana, uma campanha contra a ajuda financeira a Portugal, Grécia e Irlanda, obteve nas eleições de hoje um resultado histórico e poderá fazer parte do chamado “arco da governação” naquele país escandinavo. O True Finns passou de 5 lugares para 39 dos 200 disponíveis no Parlamento e foi o único partido que subiu nas votações. Estão para vir dias perigosos nesta Europa construída em cima de pés de barro.
Os perigo político das grandes crises económicas e financeiras é esse mesmo, é serem períodos propícios ao populismo a ao surgimento de autoritarismos e totalitarismos.

14 de abril de 2011

The Post War Dream

65 anos depois do mais terrível conflito mundial e mais de 50 anos depois dos primeiros passos no sentido da construção europeia, vivemos hoje um dos mais dramáticos momentos da história do velho continente. De facto não vivemos em guerra no sentido belicista e puro do termo mas vivemos um conflito latente entre ricos e pobres, com os ricos a predestinarem um futuro ainda mais risonho e os pobres sem qualquer esperança. Vivemos em “estado natureza” hobesiano onde, cada vez mais, o Homem é lodo dos Homens, homo homini lúpus. Não porque sejamos cada vez mais livres mas porque somos cada vez mais escravos dos regulamentos e dos grandes e pequenos Leviatãs reguladores e controladores de tudo o que mexe ou tenta mexer. Porque somos cada vez mais servidores dos estados e não seus beneficiários. No final deste longo período que certamente ficará registado nos anais da história como um dos mais negros da nossa vida política, as desigualdades sociais e principalmente as desigualdades de oportunidades serão ainda maiores. A Europa, entenda-se União Europeia, terá que percorrer um de dois caminhos. Ou avança rapidamente para uma federação de estados com um governo centralizado, eleito democrática e directamente seguindo um modelo federativo do tipo Republicano Presidencialista ou então recua para 1958 e para a realidade de cada estado é uma estado e cada nação é uma nação e segue a sua politica económica e monetária independente, com fronteiras e pautas aduaneiras e mercados separados. Confesso que, até há bem pouco tempo, alimentava com algum romantismo a possibilidade da existência de uma Europa das nações, das regiões, multicultural e integracionista. Porém, a dureza dos factos leva-me a ponderar realisticamente a possibilidade da fuga em frente, é que para trás o precipício é garantido, para a frente sempre pode haver alguma esperança.



Universidade vai a votos.

O Professor Jorge Medeiros vai apresentar daqui a pouco a sua candidatura às eleições do próximo Maio onde irá ser escolhida a nova equipa dirigente na Universidade dos Açores. Vou lá estar, na primeira fila em sinal da minha enorme amizade, admiração e empenho na sua vitória.

13 de abril de 2011

O melhor é não chegar a ser candidato.

Fernando Nobre ameaça renunciar ao lugar de deputado

Coisas que eu gostava de ter escrito.

Contruiu-se o aeroporto internacional de Beja para atraír investimento estrangeiro ao Alentejo. O vôo inaugural devia assim concretizar o sonho de um boeing carregado de chineses endinheirados ou de oligarcas russos a aterrar na imensa pista que prometia desassossegar a planície alenteja. Não. O vôo inaugural surge nos ecrãs do terminal das partidas e é um charter de autarcas alentejanos a caminho de Cabo Verde, num dia primaveril. Estamos conversados. Agora emprestem lá essas massas.

Vamos a votos para quê?

A indicação de Fernando Nobre como candidato do PSD cabeça de lista por Lisboa com a indicação de que em caso de vitória daquele partido será o futuro Presidente da Assembleia da República é um rude golpe na estratégia do PSD Açores e particularmente de Mota Amaral cuja recandidatura é de todo incompreensível mesmo para o politólogo mais inexperiente.
 Na verdade, depois das derrotas de 2005 onde obteve menos 17 mil votos do que a lista encabeçada por Ricardo Rodrigues e em 2009 embora tenha recuperado cerca de 2500 votos do seu eleitorado, não era espectável que numa óptica de renovação e de relançamento do partido na senda das vitórias, que o PSD Açores insistisse na figura de Mota Amaral, assim como não era espectável que o PS ínsitisse em Ricardo Rodrigues que veio a perder terreno em 2009 e enfrentará agora uma conjuntura eleitoral desfavorável.
A sondagem a correr aqui ao lado há cerca de 3 dias dita já uma indicação, os candidatos menos votados são aqueles  que os dois maiores partidos (segundo as notícias recentes) vão escolher.
Tal como previ e aconselhei há dias, na “segunda divisão” joga-se forte (pelo menos no caso do CDS e do PPM, neste caso na liga dos últimos) e vão ser os lideres regionais a encabeçar as respectivas listas.
 A campanha eleitoral não promete mais do que ataques pessoais e casos de spin, aliás no seguimento das eleições de 2005 e 2009.
Além disso, pouco pode a Assembleia da República fazer, afinal, com a entrada do FEEF e do FMI, a democracia está suspensa, cerca de 30 anos depois.

12 de abril de 2011

A melhor opção.

Duarte Freitas (foto RTP-a)

A Opção que o PSD-Açores teve medo de escolher.

CTT-Correios










Em qualquer parte do mundo dito civilizado se pode pagar um selo, comprar um postal ou enviar uma encomenda usando para pagamento um cartão Visa ou Mastercard de débito ou crédito. Pois neste país que tem a mania que é avançado no uso das novas tecnologias, que dizem ter o melhor sistema MB e etc..., decobri hoje que a CTT não aceita pagamentos através de  um simples MB Multibanco. Trerceiro Mundo? Pois claro, também se mede pela arrogância dos monopólios.

Um post para os dias que correm.


HUMANOS-MUDA DE VIDA

8 de abril de 2011

Limpeza geral.

Por um governo “Mãos Limpas”

A experiência governativa prévia é usualmente vista como uma mais-valia, quando se pensa numa qualquer personalidade, enquanto candidata a ocupar um lugar no governo. A situação a que o país chegou, contudo, leva a alterar completamente esse paradigma. Por estes dias, é a falta de experiência governativa que constitui um trunfo. Na verdade, a falta de experiência governativa transforma-se em menor responsabilidade no estado a que infelizmente chegámos. Em democracia, todos somos responsáveis, mas as pessoas que ocuparam lugares de maior responsabilidade no governo não poderão deixar de prestar contas.
Não significa isso que devamos lançar uma qualquer suspeição geral sobre todos os ex-governantes. Muitos são pessoas honradas e que contribuíram com o seu esforço e o seu saber para transformar este país. O principal problema, na minha opinião, terá estado na partitura e não nos intérpretes. A partitura era errada – nenhum intérprete poderia ter tido sucesso.
(...)
JPLN no Blasfémias

A oportunidade de oiro




































Imagem Açores.net

César tem agora a porta aberta a uma carreira nacional e para encerrar de forma mais do que honrosa a sua carreira política regional.
Se César for o candidato do PS-Açores às eleições legislativas do próximo dia 5 de Junho, poderá fazer o salto com uma estrondosa vitória sobre Mota Amaral, arrumando assim, definitivamente, o assunto mal resolvido entre ambos.
A questão interna é assunto mais difícil de resolver mas nada que não esteja ao alcance do Partido Socialista dos Açores, entre o Palácio da Conceição, o Largo do Colégio e a Rua de São João haverá, certamente, alguém capaz de assegurar o rumo do Partido e da Região até Outubro de 2012, pelo menos.
Em caso de vitória do PS a nível nacional, facto que não está fora do horizonte, a vitória na Região será ainda maior o que proporcionará a Carlos César a oportunidade de ser o que quiser no panorama político nacional, desde Ministro a Presidente da Assembleia da República.
Em caso de derrota de Sócrates e companhia, a vitória esperada do PS na Região (caso César seja o candidato isso será ainda mais uma certeza) será sempre um trunfo para mostrar ao PS nacional e será mais uma linha importante no curriculum e uma porta aberta à liderança do PS nacional. Um compasso de espera de 4 anos na Assembleia da República pode, muito bem, catapultar Carlos César para a liderança do Governo do País em 2015 quando o Povo estiver cansado dos sacrifícios que a direita terá forçosamente que impor.

Lugares onde me sinto bem.



7 de abril de 2011

Diplomacia e negociação internacional.

Releituras obrigatórias por esres dias.


Duas sondagens.




Aqui ao lado estão a correr até ao dia 25 de Abril duas sondagens sobre quem seriam os melhores cabeças de lista do PSD e do PS pelo círculo dos Açores nas próximas legislativas de 5 de Junho. Presumo que até ao dia 25 de Abril os respectivos partidos ainda não tenham anunciado os seus candidatos.
Longe de ser fácil a eleição de qualquer Deputado por outro partido, ficaram assim de fora  das sondagens, CDS, BE e PCP, para os quais, defendo, devem ser candidatos os seus respectivos lideres regionais, afinal embora remota, sempre há uma possibilidade, principalmente para o CDS e o BE que se apresentam a subir nas sondagens nacionais.

No chavascal



Tal como eu temia o chavascal é para continuar. Há quem confunda a liberdade de expressão exercida por um cidadão, mais ou menos irrequieto, que usa o seu nome, dá a cara e toda a gente sabe quem é, onde encontrar, como exercer o contraditório e pedir responsabilidades, com uma outra coisa que é o abuso da liberdade de expressão por uma "vara" sem carácter e sem qualquer sentido ético. Por isso, e por mais uma boa meia dúzia de razões que não me interessa aqui aduzir, fogo vos abrase.

Pré-aviso



O País está em campanha eleitoral. Como vem sendo costumeiro, as caixas de comentários dos blogues entram em histeria colectiva. Se não se portarem bem vou ver-me obrigado a fazer o que fiz em circunstâncias análogas, suspenderei a democracia até 5 de Junho.

6 de abril de 2011

O país continua a acreditar.

Foto do DN oneline.
O Homem que nos levou à ajuda externa, há meia  dúzia de dias valia 33% e hoje quanto vale?

Novo Representante da República para a RAA.

O nome do Embaixador Pedro Catarino, parece não ter causado grande “ alevante” nas hostes quer do PS quer do PSD regionais. Parece uma figura consensual. "É livrar dos mansos", diz a nossa sábia gente que raramente se engana excepto quando vota. A ver vamos.

"Ir pró pote que os pôs"

A expressão da moda é “ir ao pote”. Estão já todos com os dedos em riste em direcção ao mel. Prefiro falar de gamela, é mais ao jeito dessa gentalha. Mas, se querem usar a analogia mais “finória” do pote pois Alevá.
O Governo usou o  Fundo de Estabilização da Segurança Social para comprar dívida pública. Nada há de mais arriscado, é como jogar pocker no Casino com o dinheiro que estava reservado para a operação ao coração marcada a prazo. OU seja, foi ir ao fundo do pote e deixa-lo quase sem um pingo de mel. Quem vier a seguir com o olho no pote, apenas irá encontrar o resto nas bordas do fundo e para lá chegar poderá ter que sujar muito as mangas da camisa.

2 de abril de 2011

Coisa em banho-maria.

O mandato do Juiz Conselheiro (e amigo)  José António Mesquita como Representante da República para a Região Autónoma dos Açores (todas as vezes que tenho que escrever esse título rogo uma praga aos seus inventores) terminou a 30 de Março passado. Será que Cavaco Silva vai ficar à espera dos resultados das eleições Portuguesas de 5 de Junho (dia de muitas alegrias e semelhantes tristezas para mim) para nomear a figura que substituirá o actual Representante? Sabe, Sr. Presidente, é que o Parlamento Regional não está dissoluto e a legislação – pouca é verdade continua a sair e a ter que ser promulgada. Vai sê-lo por alguém cujo mandato terminou já?
Há tanta ligeireza na forma como se tratam os assuntos de Estado em Portugal que chega a assustar.

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